sábado, 28 de agosto de 2010

É brincadeira

Da primeira vez foi com o lixo oriundo da Inglaterra que desembarcou aqui por "engano", agora o mesmo "acidente" se repete e mais lixo é enviado ao nosso país. É impressionante o quanto eles acham que somos relapsos em relação ao que entra e ao que sai do nosso país.




O lixo doméstico que havia sido apreendido no porto de Rio Grande (RS) está viajando de volta para a Alemanha. O contêiner com 22 toneladas de resíduos foi embarcado no navio Rio Negro, de bandeira alemã, na madrugada de sábado, 21. O destino da embarcação é Hamburgo.
A carga foi interceptada no dia 3 de agosto. Logo depois da apreensão, a Receita Federal avisou a fiscalização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão comprovou que, em vez de aparas de polímeros de etileno, o contêiner continha embalagens e restos de fraldas descartáveis, batata frita, molho de tomate, sucos, fertilizantes e ração de cães originários da República Tcheca.
O Ibama aplicou multa de R$ 1,5 milhão à transportadora sul-coreana Hanjin Shipping e deu prazo de até hoje para a empresa retirar a carga do País e enviá-la de volta ao porto de origem. Se não cumprisse a determinação, a transportadora estaria sujeita a nova multa, de R$ 3 milhões.
O órgão também multou a Recoplast Recuperação e Comércio de Plásticos, de Esteio, importadora do material, no valor de R$ 400 mil. A empresa, que vai apresentar defesa para tentar anular a sanção, mostrou-se surpresa com a carga de lixo que iria receber se a fiscalização não tivesse detectado a irregularidade. A recicladora alega que agiu de boa fé comprando resíduos industriais plásticos limpos e não o conteúdo do contêiner apreendido no porto.



Extraído de msn.com.br

domingo, 22 de agosto de 2010

Vergonhoso

É vergonhoso que a xenofobia ainda exista no mundo, aliás, nem deveria ter nascido. Este fenômeno, se é que pode ser chamado assim, teve início pós segunda guerra mundial quando a Europa, depois de reerguida com a ajuda de milhares de imigrantes, viu que seus cidadãos nativos disputavam vagas de empregos com estrangeiros (que por sua vez não são necessariamente de outros continentes, podendo ser também imigrantes que trocavam um país da Europa por outro). 
Com essa disputa, que de fato havia mas com superior vantagem para os nativos, o sentimento de xenofobia (aversão ao estrangeiro) se propagou pelo continente chegando ao cúmulo de eleger presidentes, como o presidente francês Zarkozy, cujo pai, irônicamente, é um imigrante.
Como se já não fosse o fim da picada pessoas se elegerem com propostas xenofóbicas agora o presidente francês está realizando uma verdadeira "caça as bruxas" em seu país, direcionada aos ciganos que habitam seu território.

É lamentável...

Os primeiros voos de repatriamento de ciganos que viviam na França com destino a Bucareste chegaram esta quinta-feira. O presidente romeno diz que o clima de perseguição prova a necessidade de uma resposta europeia
O plano do governo francês já levou à destruição de 51 acampamentos ciganos. “A Romênia já tinha solicitado em 2008 a criação de um programa de integração de ciganos a nível europeu”, lembrou o presidente Traian Basescu aos jornalistas. “A Comissão Europeia ficou encarregada de, até o Conselho Europeu da primavera de 2009, apresentar esse programa. Infelizmente, depois houve Estados que consideraram que não era necessário”, acrescentou, sem dizer de que países se tratavam.
Já o governo francês admite a expulsão de centenas de pessoas oriundas da Romênia e Bulgária nas próximas semanas, mas o ministro francês diz que estes repatriados não estão ligados aos campos de ciganos que a polícia desmantelou nas últimas semanas. O plano do governo francês já levou à destruição de 51 acampamentos e tem sido alvo de críticas unânimes das organizações de direitos humanos e da própria comissária europeia da Justiça e Direitos Fundamentais, Viviane Reding.
O presidente da federação das associações ciganas em Portugal diz que as expulsões em França são “lamentáveis” e demonstram uma “atitude racista” por parte do presidente francês. “É lamentável o que está acontecendo, e é triste porque se trata de uma perseguição a seres humanos. É mais lamentável porque Sarkozy não está verificando caso a caso, está fazendo uma inclusão total dos ciganos em França considerando todos criminosos e indesejáveis, tendo uma atitude racista e isso é bastante triste”, afirmou à Lusa Antônio Pinto Nunes, presidente da Fecalp – Federação Calhim (cigana) Portuguesa.
Antônio Nunes receia que a vaga de intolerância dos governos possa alastrar a outros países. “Pode haver uma onda anti-cigana, porque muita gente já não gosta dos ciganos e aproveitam estas situações e estas notícias degradantes que nada têm de bom, para nos poderem acusar e perseguir”, lamentou.


Extraído de cartacapital.com.br   

sábado, 21 de agosto de 2010

Brasil, 8ª economia mundial

O Brasil passou a Espanha e se tornou a 8ª economia mundial, ainda temos que esperar o fechamento do ano para confirmar isso mas até agora os fatos são esses.
Muito disso se deve a crise econômica que não teve grandes efeitos em nosso país - muito por causa de seu mercado interno e de programas como o bolsa família - mas que causou um verdadeiro estrago na Espanha. Outro fato a considerar é o nosso novo maior parceiro comercial - Antes eram os Estados Unidos e agora é a China - que anda fazendo compras em larga escala no Brasil e é tida como a boca faminta do mundo atualmente.



O Brasil desbancou a Espanha e se tornou a oitava maior economia do mundo, segundo dados do Produto Interno Bruto (PIB) copilados pela Bloomberg News e citados hoje (18) pelo jornal espanhol Expansión.
O periódico cita cifras oficiais sobre o PIB nominal dos dois países, relacionando os dados obtidos em 12 meses até o segundo trimestre de 2010.
O PIB nominal do Brasil atingiu US$ 1,8 trilhão, enquanto o da Espanha ficou em US$ 1,5 trilhão no período em análise.
De acordo com o periódico, a economia espanhola, que estava em sétimo lugar em 2007, caiu para a nona posição no ano até junho.
O jornal espanhol relata ainda que o Brasil, cujo principal destino das exportações é a China (13% do volume total de comércio), apenas sofreu durante o período da crise (2008-2009) por dois trimestres de crescimentos negativos.
“Em seguida, o real começou a recuar até um terço do seu valor no final de 2008, o que incentivou as exportações, tornando os produtos brasileiros mais atrativos no mercado internacional”, diz a reportagem.
No segundo trimestre de 2009, o Brasil já registrava crescimento de 1,1% em relação aos três meses anteriores e, de acordo com o Banco Central do Brasil, o PIB poderá crescer em 7% e 11% em 2010 e 2011, respectivamente.
O jornal espanhol ainda destaca o consumo interno brasileiro, e cita que programas governamentais, assim como o Bolsa Família, incentivaram o consumo por parte da classe média, evitando que o país sofresse ainda mais com os efeitos da crise internacional.
Enquanto isso, a Espanha sofria ao mesmo tempo com a redução do consumo e com a desaceleração do crescimento da economia.
Espera – O Expansión lembra que é necessário esperar até dezembro para que o Brasil seja confirmado como a oitava maior economia do mundo.
No entanto, o periódico lembra que a China, principal destino das exportações brasileiras, já conseguiu superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do mundo, conforme dados parciais vistos neste ano.
De acordo com a Agência Internacional de Energia, o gigante asiático já supera o consumo energético americano, quando em 2000 consumia apenas a metade.


Extraído de cartacapital.com.br

Pra inglês ver ?!?!

Brasil e Paraguai querem fazer um acordo para combater o plantio de maconha junto aos agricultores. Até aí uma atitude bem louvável, afinal de contas o combate as drogas se faz necessário. É uma questão de segurança para ambos. Contudo, não levo muita fé nesse projeto não porque acho que é coisa pra inglês ver.
A proposta é a troca do plantio da maconha por gêneros alternativos (?!?!?!?!) acoplado a um sistema de bônus. Pois bem, não se fala em qual ou quais gêneros alimentícios são esses; mas poderíamos pensar que talvez fosse a soja... Caso fosse, será que os pequenos proprietários teriam condições de vender sua soja a preços competitivos como os grande produtores fazer ? (acho que não...) Ou então que seja o arroz, já que esse poderia ser voltado para o mercado interno de ambos os países ou até mesmo em trocas comerciais entre ambos.... mas será que o arroz dará a mesma garantia de lucro que eles tinham plantando maconha ? (também acho que não...)
O ponto onde quero chegar é simples: a proposta dos países é válida, mas o problema é que o gênero ou os gêneros alimentícios que serão propostos pelos governos deverão possibilitar aos pequenos agricultores um meio de subsistência igual ou maior do que os que eles possuíam plantando maconha e isso eu acho difícil de ser conseguido a não ser que seja com a ajuda do bônus, que por sua vez se tornará eterno já que por si só os gêneros alimentícios dificilmente irão garantir a rentabilidade que a maconha garante.



Os governos do Brasil e do Paraguai intensificarão a parceria para um acordo destinado a combater o plantio de maconha na região fronteiriça. A Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) e a Polícia Federal brasileira e o Ministério das Relações Exteriores e autoridades de segurança paraguaias comandarão as ações. A proposta é substituir as plantações da erva por culturas alternativas.
Inicialmente, deverá ser colocado em prática um projeto piloto para um grupo de agricultores da região. A ideia é estimular o plantio de culturas alternativas, em substituição à maconha, e paralelamente repassar um apoio em bônus para os trabalhadores rurais que estavam envolvidos com atividades ilegais. O projeto ainda está em fase de elaboração.
“Temos a obrigadação de cooperar”, afirmou César Aquino, da Senad. Segundo ele, de 80% a 85% da maconha cultivada no Paraguai são remetidos para o Brasil, daí a necessidade de uma parceria no combate ao plantio da droga.
Aquino foi até cidade de Foz do Iguaçu (Paraná), que faz fronteira com o Paraguai. Ele se reuniu com representantes dos ministérios das Relações Exteriores do Brasil e do Paraguai, além de policiais dos dois países.
O representante da Senad lembrou que um projeto semelhante ao sugerido foi implantado em Foz do Iguaçu, na região da Itaipu Binacional, quando houve apoio social para retirar os agricultores de atividades ilegais.  “Queremos nos unir à política do presidente [paraguaio], Fernando Lugo, e avançar nesta realidade”, afirmou.


Extraído de cartacapital.com.br

Tragédia no Afeganistão

As monções têm castigado o Afeganistão por dias. Milhares já estão desabrigados e o número de mortos só aumenta. Na China o quadro de chuvas também se repete, já chove no país a meses sem parar.
As moções são características do sudeste e sul da Ásia, onde ventos "levam" e "trazem" a umidade para o continente, influenciando assim no regime de chuvas. Segundo dados, as chuvas das monções que estão provocando essas inundações no Afeganistão são as piores dos últimos 80 anos.






Islamabad, 21 ago (EFE).- Pelo menos 90 aldeias do sul do Paquistão situadas às margens rio Indo ou de algum de seus afluentes ficaram inundadas nas últimas horas, informou neste sábado à agência Efe uma fonte oficial.
"Algumas localidades estão inundadas nas províncias de Sindh e Baluchistão. Nestes locais segue o alerta", explicou um porta-voz da Autoridade Nacional de Gestão de Desastres (NDMA), Ahmad Kamal.
A fonte acrescentou que a situação, agora, é perigosa principalmente no norte de Sindh, pois há um grande caudal de água se movimenta rumo à represa de Kotri, a última grande proteção antes da chegada ao delta do Indo.
As autoridades estão evacuando milhares de pessoas a locais mais elevados e seguros.
No resto do Paquistão, tanto no terço norte quanto no central, o nível das águas está descendo há dias, e as autoridades acreditam que a tendência vai se manter, já que não há previsão de chuvas significativas nas áreas afetadas, apenas precipitações isoladas em outras partes do território.
As piores inundações dos últimos 80 anos causaram por enquanto a morte de quase 1.500 pessoas, e afetaram entre 15,4 e 20 milhões, segundo as autoridades.
Após convocação recente da ONU, a comunidade internacional acelerou a entrega de fundos para os desabrigados.
Até o momento, já foram recebidos US$ 263 milhões dos US$ 459,7 milhões solicitados no plano de emergência da semana passada, o que representa 57%, enquanto outros US$ 54 milhões foram prometidos.
Além da ajuda através da ONU, o Governo paquistanês recebeu de forma direta cerca de US$ 167 milhões, segundo dados oficiais.


Extraído de msn.com.br