sábado, 19 de fevereiro de 2011

Cáucaso Russo: A questão separatista novamente em pauta

Durante a semana que passou, circulou na internet uma notícia de que pessoas morreram na região do Cáucaso russo (figura abaixo) em um conflito de caráter separatista. Há uma década atrás essa questão já havia aparecido no país com a questão separatista do chechenos, oriundos da Chechênia (figura abaixo) queria a separação do Estado Russo, que por sua vez, combateu e expulsou os separatistas daquela região. 
Agora a questão volta com este novo confronto desta vez ao norte do Cáucaso onde um grupo islâmico pretende fundar um Estado islâmico na região. 
Mesmo que a questão separatista continue havendo nesta região, antes com os chechenos e agora com este grupo que pretende fundar um Estado Islâmico, o governo russo fará tudo o que puder ao seu alcance para dizimar qualquer tentativa de separatistas de conseguirem o que desejam; não só pela questão da perda do território, mas, principalmente, por ser exatamente nessa região que estão os gasodutos que conduzem o gás russo - uma das suas principais fontes de renda - para a Europa.


                                                 Fonte:http://tvbrasa.files.wordpress.com


MOSCOU (Reuters) - Oito pessoas morreram nesta terça-feira em confrontos entre as forças de segurança russas e supostos militantes na região majoritariamente muçulmana do Cáucaso do Norte, na Rússia, informou a agência de notícias russa Interfax.
A agência, citando uma fonte não-identificada das autoridades de segurança russas, afirmou que cinco insurgentes e três policiais morreram durante a troca de tiros na divisa entre Starvropol, região de maioria cristã, e a província de Karachay-Cherkessia, de maioria muçulmana.
Uma década depois de as forças de segurança removerem os separatistas do poder na Chechênia, na segunda de duas guerras, a violência permeia a região predominantemente muçulmana do Cáucaso do Norte, onde rebeldes querem criar um Estado islâmico.
Apesar de a violência ser rara nas áreas de maioria cristã, ataques estão em alta e analistas dizem que isso significa que a insurgência está se espalhando.
No começo deste mês, o líder islamista Doku Umarov assumiu a responsabilidade pelo atentado suicida contra o aeroporto mais movimentado da Rússia, em Moscou, no qual foram mortas 36 pessoas em 24 de janeiro.



Extraído de msn.com.br   

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Egito Livre - Parte 2

Com os olhos do mundo voltados para os protestos no Egito, muitos começaram a se perguntar e a querer informações sobre o presidente cuja nação pedia sua renúncia veementemente até para procurar entender a conjuntura que levou a este acontecimento. 
Pensando nisso resolvi procurar uma reportagem que de forma simples, mas bem objetiva e explicativa, procura elucidar as pessoas sobre o contexto que levou a este episódio memorável para os egípcios.

Reuters) - Sob pressão de manifestantes, o presidente do Egito, Hosni Mubarak, renunciou nesta sexta-feira.
Veja abaixo alguns fatos sobre Mubarak.
* Mubarak, de 82 anos, assumiu o poder depois que militantes islâmicos mataram seu antecessor, Anwar Sadat, em uma parada militar em 1981. Ex-comandante da Força Aérea, Mubarak ficou no poder muito mais tempo do que na época se previa.
* Nas relações internacionais, Mubarak promoveu a paz e, mais recentemente, realizou reformas econômicas. Mas sempre manteve uma linha-dura em relação aos grupos de oposição.
* Resistiu a promover quaisquer mudanças políticas, mesmo quando pressionado pelos Estados Unidos, que concedem bilhões de dólares em ajuda militar ao Egito, entre outras, desde que o país se tornou o primeiro da região a firmar um acordo de paz com Israel, em 1979.
* Mubarak venceu a primeira eleição presidencial da qual tomaram parte vários candidatos, em 2005; grupos de defesa dos direitos humanos e observadores disseram que a eleição foi marcada por irregularidades.
* Na eleição parlamentar realizada em novembro de 2010, o partido governista obteve cerca de 90 por cento das cadeiras, enquanto o principal partido islâmico perdeu todas as suas 88 cadeiras, o que assegurou a Mubarak apoio total do Parlamento e aumentou seu controle sobre o poder.
* Desde a queda no mês passado do líder da Tunísia, Zine al-Abidine Ben Ali, que estava no poder havia muito tempo, os protestos se espalharam pelo mundo árabe, principalmente no Egito, onde a população já se queixava dos preços elevados, pobreza, desemprego e o regime autoritário, exigindo a renúncia de Mubarak.
* Em 25 de janeiro, manifestantes de oposição começaram uma série de protestos ao redor do país pedindo a saída do presidente, que enviou tanques para as ruas numa tentativa de intimidar as pessoas acampadas na praça Tahir, no Cairo.
* Diante da crescente pressão dos manifestantes nas ruas, que avançaram nesta sexta-feira até o palácio presidencial, Mubarak decide renunciar e passar o poder para um Conselho Militar.

Extraído de msn.com.br 

Egito Livre - Parte 1

Essa semana acompanhamos as manifestações no Egito para a derrubada de seu presidente que já estava há 30 anos no poder. Mubarak deixou a presidência neste fim de semana para a alegria dos egípcios que comemoraram euforicamente a renúncia daquele que governou o país durante 30 anos. 
Tá aí mais um ponto para a democracia que se fez valer graças a população que foi às ruas e não desistiu de seus pleitos até que os mesmos fossem atingidos. 
Queria eu que a nossa população fosse assim e fosse às ruas protestar contra os abusos que não são cometidos diariamente como o aumento descarado de 61% do salário dos parlamentares... 
Se isso virar moda por aqui, vai ter ditador, digo presidente, que vai temer e muito pelo seu futuro a frente de seu país...

CAIRO (Reuters) - O vice-presidente do Egito, Omar Suleiman, afirmou nesta sexta-feira que o presidente Hosni Mubarak cedeu à pressão dos manifestantes e decidiu renunciar, entregando o poder às Forças Armadas.
Em pronunciamento na TV, Suleiman disse que o presidente 'decidiu deixar o cargo de presidente da República'.
O vice acrescentou que Mubarak passou o poder ao Supremo Conselho Militar para administrar a nação durante 'as difíceis circunstâncias que o país está atravessando'.
Centenas de milhares de manifestantes agitando bandeiras, gritando, rindo e se abraçando celebraram o anúncio da renúncia de Mubarak.
'O povo derrubou o regime', gritava a multidão na praça Tahrir, no centro do Cairo. Mubarak estava no poder há 30 anos.

Extraído de msn.com.br 

Índia, Paquistão e mais uma tentativa de paz

Esta semana foi noticiado que Índia e Paquistão voltarão às negociações pela paz entre os dois países. Desde suas independências os dois países já passaram por inúmeros conflitos, onde o mais memorável foi pela disputa da região da Caxemira, que fica no norte da Índia, que pertencia ao Paquistão - na época a Região se chamava Paquistão Ocidental - mas que foi anexada pela Índia. A  Região ainda é motivo de conflito pois a maioria da população que vive nesta Região são de muçulmanos contra a minoria Hindu e é desejos dos muçulmanos que tal Região volte ao controle do Paquistão.  
Essa volta as negociações pela paz entre os dois países causa um certo alívio para o mundo pois ambos são potências nucleares e uma guerra entre eles poderia causar danos graves ao planeta. Também devemos observar que essa volta tem o dedo dos EUA - pra variar - que alega que a tensão entre esses dois países poderia afetar o Afeganistão de forma indireta e assim teríamos outro país que possui armamentos nucleares - mesmo que de forma camuflada - no meio deste conflito causando uma tensão política mundial maior ainda. 
Fato é que o mundo agradece pela retomada das negociações de paz entre os dois países... E os EUA mais ainda...

NOVA DÉLHI (Reuters) - Índia e Paquistão concordaram em retomar negociações formais de paz que foram abandonadas pelo lado indiano depois dos atentados de 2008 em Mumbai, disseram autoridades paquistanesas nesta quinta-feira.
Funcionários de alto escalão dos dois países vão realizar uma série de conversações sobre questões prioritárias antes de uma visita do ministro de Relações Exteriores do Paquistão à Índia, até julho, informou a chancelaria paquistanesa.
Os dois vizinhos, donos de arsenais nucleares, têm sido pressionados pelos Estados Unidos a reduzirem a tensão porque sua rivalidade afeta a situação no Afeganistão.
Uma fonte de alto escalão do governo indiano afirmou, sob anonimato, que a decisão de retomar o diálogo foi tomada pelos respectivos chanceleres durante uma conferência regional no Butão.
'Estou cautelosamente otimista com o diálogo. Cauteloso porque há muitas variáveis e incógnitas envolvidas', disse Amitabh Mattoo, professor de Relações Internacionais na Universidade Jawaharlal Nehru, na Índia.
Índia e Paquistão já travaram três guerras desde sua independência, em 1947, sendo duas delas pela posse da região da Caxemira. Negociações anteriores, iniciadas em 2004, naufragaram rapidamente devido à desconfiança mútua e a outros obstáculos políticos.
O processo de paz foi definitivamente abandonado pelo governo indiano depois do atentado de 2008 em Mumbai, cometido por militantes islâmicos do Paquistão, que deixou 166 mortos.
Depois disso houve algumas reuniões entre funcionários dos dois países, mas sem a retomada do chamado 'diálogo composto', que pressupõe a conciliação em vários aspectos, inclusive a Caxemira.
'O novo diálogo é na prática a retomada formal do diálogo composto', disse à Reuters uma fonte indiana de alto escalão envolvida na tentativa de reaproximação com Islamabad.
'O que aconteceu em Thimphu (capital do Butão) é que ambos concordamos (...) que há apoio para o processo', explicou a fonte, ressalvando que o nome 'diálogo composto' não deve ser usado.
Fontes do governo indiano dizem que o processo será retomado em vários níveis ao longo dos próximos meses, culminando com uma reunião de chanceleres ainda neste ano.


Extraído de msn.com.br

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Para refletir: Hidrelétrica de Belo Monte

Em um post antigo, logo assim que a polêmica sobre a construção da usina saiu, dei minha opinião sobre a mesma, logicamente que condenando a construção da mesma. 
Pois bem, como acredito que um dos meus papéis neste blog é informar as pessoas sobre o que o governo faz questão de esconder e a toda poderosa emissora, que nem precisa ser mencionada, faz questão que não chegue até você resolvi colocar aqui dois vídeos que me foram enviados por e-mail sobre a questão de Belo Monte. 

Depois de vê-los, reflitam e tirem suas próprias conclusões sobre este projeto ser ou não importante para o Brasil. Acredito que chegarão ao mesmo consenso que eu...







Agradeço (e muito!) a amiga Renata Scansetti pelo envio do e-mail. 


Para os que desejam assinar a petição contra a implantação de Belo Monte, é só acessarem  o link abaixo:


http://www.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl