sábado, 6 de fevereiro de 2010

Haiti

Todos acompanhamos abalados o terremoto que abalou o Haiti e que até agora soma incontáveis mortos e a maior tragédia da história do país. O abalo sísmico ocorreu devido ao encontro de duas placas tectônicas, a placa caribenha e a placa norte-americana, que se chocaram causando um tremor de proporções catastróficas para o país.

Transcorrido isso a ajuda humanitária cedida por vários países do mundo mostra como teríamos um mundo melhor se todos se unissem não somente na hora das desgraças mas sim todo o tempo. Não digo que sejamos um único país ou algo do gênero, mas no que tange a ajuda ao próximo ou a países onde a fome e a miséria possuem presença maciça e a economia do mesmo é bastante fraca.
Infelizmente a tragédia arrasou o país que tem como principal produto motor de sua economia a agricultura. Mas apesar de toda esta desgraça que assola o país mais pobre da américa, espero que o mesmo possa se recuperar desta tragédia e tentar deixar isso para trás.
Para que seja melhor exemplificado como ocorreu este terremoto no país vou deixar um link logo abaixo de uma animação em flash feito pelo site g1.com.br





http://g1.globo.com/FlashShow/0,,25001,00.swf

Após chuvas intensas em MT e SP um novo temor aparece, a Dengue !

Após registros de chuvas intensas nos Estados de SP, onde tem chovidos a mais de 40 dias sem cessar, e MT e diversas fatalidades que ocorreram em decorrência disso como enchentes e deslizamentos que levaram a morte de pessoas e várias outras a perda de suas moradias um novo problema aparece, a Dengue. Com as chuvas intensas ocorridas o acúmulo de águas se faz quase inevitável, levando assim a grandes possibilidades para a ocorrência de surtos de dengue nos dois Estados.

Espero que isso seja rapidamente solucionado para que não haja mais pessoas sofrendo depois de toda essa situação de enchentes e deslizamentos...



Após um período de chuvas intensas, municípios do interior paulista e da região Centro-Oeste do País registram uma explosão de casos de dengue nos primeiros 35 dias do ano. Somente em São José do Rio Preto, a 440 km de São Paulo, foram notificados até agora mais contágios do que em todo o ano passado. São 1.583 pessoas infectadas desde janeiro, contra 1.231 nos 12 meses de 2009.

A epidemia acontece após a cidade ser atingida por fortes chuvas que provocaram enxurradas e inundações e ao menos duas mortes ao longo do mês passado. Até o momento, de acordo com a Secretaria da Saúde do município, foram confirmados quatro casos de febre hemorrágica e dois de complicações da doença, mas não há registro de mortes.

Segundo Luciano Garcia Lourenção, coordenador da Vigilância Epidemiológica do município, mudanças climáticas e ambientais contribuíram para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti. O clima úmido e quente fez com que chovesse na região praticamente todos os dias desde outubro. A incidência do vírus tipo 1, que não circulava no município desde os anos 1990, também elevou os índices, já que afetou a população mais suscetível.

Ribeirão Preto, a 313 km da capital, também enfrenta transtornos com a dengue. O município confirmou até agora 804 casos da doença desde o primeiro dia do ano. A preocupação com a proliferação do mosquito levou a prefeitura a anunciar que moverá ação contra proprietários de imóveis que impedirem a vistoria dos agentes de saúde em suas casas.

O aumento do número de infectados não acontece apenas em São Paulo, um dos dez Estados do País que fecharam 2009 com mais casos da doença do que no ano anterior. Em Mato Grosso, 11 pessoas já morreram em decorrência da doença, o que deixou o Estado em alerta. Desde o começo do ano, a Secretaria da Saúde local já registrou 9.209 infecções, número 729% superior ao do mesmo período do ano passado – quando houve 1.399 notificações. A situação ocorre também em razão das chuvas que atingem a região desde abril do ano passado – nos primeiros meses de 2009 houve pouca chuva no Estado e, por isso, os índices deste ano explodiram.

Desde abril, porém, a incidência da dengue tipo 2, que não circulava havia dois anos em Mato Grosso, e vitimou crianças e idosos. Em 2009, 60 mil pessoas foram infectadas e 53 pessoas morreram.

Neste ano, o governo estadual já registrou 264 casos graves da doença até o último dia 3. Todos os municípios de Mato Grosso estão em alerta para possíveis surtos – 26 deles correm risco de epidemia.

No vizinho Mato Grosso do Sul foram confirmados em janeiro 427 casos, mas já há mais de 4.000 suspeitas. Duas mortes ocorridas em Campo Grande são investigadas.

Respostas

Para combater a situação, o governo mato-grossense anunciou ter realizado durante a semana sobrevoos de helicóptero sobre bairros da capital, Cuiabá, e Várzea Grande, para identificar possíveis focos do mosquito. A ideia, segundo a Secretaria da Saúde, é "sensibilizar" a população. Foram identificados locais com caixas d’água destampadas, terrenos com entulho e lixos que acumulam água. Alguns municípios contam a ajuda de homens do Exército para o trabalho de prevenção.

Em Rio Preto, a prefeitura contratou temporariamente 235 pessoas para ajudar os 393 agentes de saúde do município na busca de criadouros. Entre outras medidas, criou um Disque Dengue e anunciou um "arrastão" a ser realizado no final de semana.


Extraído de ig.com.br

Pirelli e sua aposta nos "produtos verdes"

Desde o início dos anos 70 quando as questões com o verde começam a tomar grande importância no painel mundial e a palavra sustentabilidade virou moda no mundo, várias empresas buscaram medidas para a fabricação de produtos verdes - uma atitude bastante louvável na minha opinião -. Recentemente a Pirelli, indústria fabricantes de pneus, desenvolveu um pneu desenvolvido a partir da casca do arroz, desenvolvendo assim um "pneu verde". O mesmo parece que estará no mercado dentro de pouco tempo.

A Pirelli deve apresentar, até o início do segundo semestre, os primeiros pneus com sílica produzida a partir das cinzas da casca de arroz. A novidade é uma parceria entre um pesquisador independente e o centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da empresa no Brasil.

Dona de um orçamento anual de aproximadamente R$ 35 milhões, a área de P&D, que conta com uma equipe dedicada de 170 profissionais, planeja ainda desenvolver este ano uma linha completa do pneu verde da Pirelli para entrar no mercado em 2011, entre outros estudos.

“O projeto brasileiro de obtenção de sílica a partir da cinza da casca do arroz é um típico caso de inovação reversa, quando a unidade local desenvolve um novo produto ou processo e esta invenção é adotada pela matriz”, afirma Roberto Falkenstein, diretor para a América Latina da área de Pesquisa e Desenvolvimento da Pirelli. Ao reduzir o impacto ambiental causado pela cinza da casca de arroz – antes sem grande utilidade –, o processo está sendo avaliado pela matriz italiana, que planeja utilizá-lo na própria Itália e na China, grande produtor de arroz.


A inovação envolvendo a nova matéria-prima é apenas uma das vertentes do trabalho desenvolvido no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento brasileiro da Pirelli. Uma das linhas de trabalho concentra-se em cima de uma da criação de uma linha mais ampla do pneu verde, a ser lançada no mercado em 2011.
O pneu verde é feito com praticamente os mesmos materiais do pneu tradicional, mas economiza em média 5% do combustível consumido pelo automóvel, pois apresenta menor resistência à rolagem. Isso é possível graças à utilização de sílica na banda de rodagem. Lançado pela Pirelli em 1999, ele corresponde, entretanto, a apenas 5% do total de vendas da empresa no País hoje. “Exportado para os Estados Unidos, o pneu verde brasileiro é usado em ícones americanos, como o Ford Mustang. Mas, aqui, ainda temos poucos modelos de veículos que saem de fábrica com o produto”, diz o executivo.

Ganho de escala deve reduzir preço final do pneu verde

Com o lançamento da nova linha, Falkenstein acredita que será possível minimizar um dos maiores entraves para a massificação do produto no Brasil, a diferença de preço frente ao pneu tradicional, que já chegou a quase 20%. “Ao lançar uma linha completa de pneus verdes, esperamos ganhar escala para reduzir o valor de mercado do produto”, diz. As metas são ousadas. O objetivo é que em 2012, o pneu verde já represente 40% de todas as vendas da Pirelli no País.

“Estados Unidos e países da Europa têm uma série de exigências relacionadas à sustentabilidade da produção dos pneus e também ao descarte dos produtos já usados", diz ele. "A despeito do aumento da consciência ambiental, o Brasil ainda é pouco exigente nessa área."

Falkenstein diz ainda que a área de pesquisa está trabalhando para desenvolver nichos de mercado nos quais a Pirelli ainda tem pequena participação de mercado. Na lista de prioridades estão os pneus utilizados na agricultura e na construção civil. As obras do PAC e, sobretudo, a Copa do Mundo no Brasil e as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, estão no horizonte dos investimentos nessas linhas.


Extraído de ig.com.br

Gelo no Ártico derrete mais rápido que o esperado

Com as mudanças ocorridas no clima ao longo dos tempos e o aumento do efeito estufa ocasionando o aquecimento global, o mundo vem apresentando sinais de um "estresse" que se reflete principalmente no derretimento das calotas polares que, segundo estudos realizados, parece ter derretido mais que o esperado... A Terra pede socorro, mas parece que alguma atitude só será tomada quando o assunto se tornar uma triste e trágica realidade...



O gelo do Ártico está desaparecendo em um ritmo mais rápido do que o esperado, segundo estudo publicado neste sábado por pesquisadores canadenses após mais de dois anos de estudos no extremo Norte do planeta.
O estudo, realizado pelo grupo Circumpolar Flaw Lead (CFL), foi iniciado em julho de 2007, e contou com a participação de 300 cientistas de todo o mundo.
Enquanto o CFL divulga seu estudo, outra organização, o Grupo Meio Ambiental Pew, divulgou um relatório no qual destaca que o custo do desaparecimento do gelo no Ártico será de US$ 2.400 trilhões até 2050.
O relatório do Pew, o primeiro que quantifica o custo do derretimento das regiões árticas, assinala que só este ano o desaparecimento do gelo custará entre US$ 61 bilhões e US$ 371 bilhões.
Uma das principais conclusões dos pesquisadores do CFL, capitaneados pelo professor da Universidade de Manitoba (Canadá) David Barber, é que o derretimento mais rápido do gelo no Ártico está afetando o ecossistema marinho.
Os cientistas também comprovaram que os níveis de poluentes, como mercúrio e DDT, estão aumentando, por conta da mudança climática.
Outra mudança observada é o aumento na intensidade e no número de ocorrência de tempestades à medida que o gelo derrete.



Extraído de ig.com.br

Desculpem o transtorno

Caros leitores do Blog. Desculpem a ausência prolongada mas ando tendo problemas com o meu provedor de internet e agora só posso realizar as atualizações do blog nos finais de semana quando me utilizo da internet discada. Desculpem o transtorno e prometo tentar resolver isso o mais rápido possível. Obrigado a todos os que prestigiam o blog e minhas sinceras desculpas



Talvez os posts saiam meio desconfigurados por causa da internet mas tentarei ao máximo colocá-los de forma compreensível