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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Tempestade & Furacão & Tornado & Ciclone

A postagem de hoje vai tentar esclarecer essas pequenas diferenças que definem os elementos do título da postagem de hoje. 

Apesar de muitos acharem que é como 6 e meia dúzia, há sim diferenças significativas entre cada um desses elementos da natureza. Vamos tentar aqui, da maneira mais didática possível, diferenciar estes fenômenos naturais que, a propósito, não irão parar porque você está mando corrente no whatsapp para isso...


  • Tempestade: Ocorrem a partir da subida de ar úmido e quente numa condição de instabilidade intensa. Dentre os fatores que provocam essa subida do ar, podemos citar o aquecimento desigual da superfície, uma barreira orográfica (como uma montanha, por exemplo) e um sistema frontal. 

  • Ciclones Extratropicais: São tempestades severas com ventos maiores que 120km/h, geralmente com um centro ciclônico de pressão baixa e ventos em espiral. Costumam durar não mais que uma semana. 

  • Furacão : Está associado com um transtorno atmosférico já presente em uma área que associa pressão baixa e convergência de ventos. A circulação do ar deve ser algo como uma coluna na vertical cujo ar ascendente possui força maior em sua saída pela parte de cima da coluna do que pela parte de baixo. A medida que o ar sobe, acaba se resfriando e o vapor d´água se condensa. Esse processo é tão intenso que acaba liberando calor e, por consequência, o aquecimento do ar. Esse processo acaba agitando o mar e fornecendo cada vez mais calor e, lógico, vapor d´água. Deste modo o mar acaba retroalimentando o processo, sendo, portando, crucial para "manter o furacão vivo".  Não à toa, ele se enfraquece quando chega ao continente. 

  • Tornado: Consiste em ventos de alta rotatividade ao redor de um ponto de baixa pressão. Geralmente duram alguns minutos, mas, se associado a tempestades, podem ocorrer seguidamente e durarem horas. É gerado a partir de uma grande tempestade pré-existente que pode apresentar nuvens cuja turbulência interior é alimentada pela circulações dos ventos em direções opostas gerando um vórtice, em sua maioria, horizontal. Este vórtice pode se estender até o chão, formando o tornado.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Geoplaylist - (Titãs - Disneylândia)

A indicação de hoje é até um pouco batida por ser figurinha carimbada em vestibulares e concursos da vida, mas achamos que vale a pena ser comentada hoje exatamente por este motivo.

Estamos falando de Disneylândia, dos Titãs. A música pode ser utilizada como porta de entrada para um tema que começa a ser visto no 9° Ano, a globalização. 

Dado o atual estágio deste processo, estamos vivendo uma intensa troca de fluxos de mercadorias, pessoas, culturas e capitais oriundos da união entre os meios de transporte e os meios de comunicação. Como a atual geração nasceu praticamente imersa neste processo, participa do mesmo sem se dar conta, muita vezes, de como a globalização está presente no seu dia-a-dia. 

Como proposta de trabalho para a música, podemos sugerir que os alunos, façam uma relação da nacionalidade dos produtos que consomem desde suas roupas, passando pelos alimentos, até mesmo a música que ouvem. A partir deste levantamento pode-se trabalhar com eles o despertar desta noção sobre como estamos envoltos por este aspecto da globalização e, a partir disso, desmembrar seus mais diversos aspectos. 


  

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Chance de limitar o aquecimento global a 2% é mínima

No mês passando foi lançado um estudo que revelava que a chance de limitar o aquecimento global a 2% era de apenas 5%. 

Mesmo com os esforços do acordo de Paris, essa situação parece longe de ser revertida, até mesmo porque o próprio acordo em si, não resolveria a questão. 

O Estudo serve como um alerta sobre a mudança de comportamento do clima ao longo dos anos e futuramente. Já se é conhecido que as geleiras (já estão) vão derreter, que o nível do mar subirá, que o efeito estufa (está sendo) será agravado, mas o que não parece ser (re)conhecido é como isto afetará não só as gerações futuras como a própria vida do ser humano no Planeta. 

Enquanto isso ocorre, uns se escondem no motivo risível de que se trata de uma invenção dos chineses ou mesmo de que se trata de uma desculpa para se impedir o progresso de um país.   

No cenário em tela, mesmo com todo o alerta que é feito, parece que continuamos céticos em relação as mudanças, como se o pensamento tivesse retrocedido até a primeira metade do século passado quando se acreditava que todos os recursos da Terra eram inesgotáveis, até que os mesmos precisaram chegar a níveis críticos para que o mundo acreditasse. 

De lá pra cá, muita coisa mudou. A tecnologia e o poder de poluição avançaram de forma surpreendente, bem como o consumismo. O resultado deste crescimento pode ser exemplificado em notícia recente que nos revela que já esgotamos para este ano a quantidade de recursos oferecidos pelo nosso planeta. 

O cenário se torna ainda mais assustador se pararmos para pensar que, atualmente, somos aproximadamente 7,5 bilhões de pessoas, mas que em 2100 poderemos passar da casa dos 10 bilhões! O que significa que se as energias hoje alternativas não se tornarem matrizes energéticas, se o desenvolvimento não for de fato sustentável e o consumo não se tornar racional, a nossa conta com o Planeta pode entrar no vermelho antes mesmo do ano começar e o preço a pagar pode ser alto, a ponto de jamais ser revertido...