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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Governo libera R$400 milhões para Copa

O governo Federal liberará uma linha de créditos para a construção e reformas de estádios para a Copa do Mundo... Nada contra o evento, acredito que ele movimente a economia, mesmo que seja momentâneamente, mas quantos hospitais e/ou escolas poderiam ser reformados e/ou cosntruídos pelo Brasil com esse dinheiro melhorando a qualidade de vida dos brasileiros ?

Mas, como dizem, tudo é uma questão de prioridades não é mesmo ?

Uma linha de crédito de R$ 400 milhões por unidade será disponibilizada para reforma e construção de estádios nas cidades que serão sede de jogos da Copa do Mundo de 2014. O financiamento será válido tanto para estádios públicos quanto privados. As obras deverão incluir questões relativas à acessibilidade nos arredores dos estádios.

O Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá financiar até 75% do custo da obra, sendo o teto de R$ 400 milhões. Será de três anos o prazo de carência e de 12 anos o prazo para pagamento. Será cobrada a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 1,9% ao ano.

Segundo o ministro do Esporte, Orlando Silva, o modelo de financiamento será apresentado para aprovação na próxima quinta-feira (em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Em reunião realizada hoje (27) entre ministros e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram discutidos também os projetos de mobilidade urbana apresentados pelas 12 cidades onde haverá jogos da Copa do Mundo.

De acordo com Orlando Silva, o presidente determinou que seja organizada uma reunião com representantes das cidades para fechar acordos específicos. "Nos próximos dias, deve haver uma decisão, política agora, com governadores e prefeitos sobre as propostas que eles apresentaram", informou o ministro.

Extraído de esporte.uol.com.br

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

CO2 emitido pela agropecuária tem aumento

Segundo a reportagem abaixo a emissão de CO2 pela atividade agropecuária teve aumento nos últimos anos. É claro que o culpado por esse aumento se trata do manejo dos solos, onde dentro da mesma podemos citar a prática de quiemadas ou o uso de defensivos agrícolas (os famosos agrotóxicos), contudo, sou capaz de apostar que a culpa cairá em cima dos bois e vacas e não do manejo do solo, já que tais animais emitem gás metano através da flatulência dos mesmos que se quer chegam perto da degradação causada pelo homem, mas como bois e vacas não podem se defenderem...



CO2 emitido pela agropecuária sobe 30% em 13 anos




As emissões de gás carbônico pelo setor agropecuário subiram 30% entre 1994 e 2007. A agropecuária representa 25% das emissões brasileiras e é a segundo maior fonte brasileira de gases que provocam mudanças climáticas, atrás apenas do desmatamento.

Ainda assim, a estimativa das emissões preparada pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que, entre quatro setores econômicos, a agropecuária é que menos cresceu. As indústrias tiveram, no período, um aumento de 56%, apesar de representarem apenas 1,7% das emissões brasileiras. A área de energia, responsável hoje por 20% das emissões, aumentou 54%.

Apesar de serem tradicionalmente apontados como culpados por boa parte das emissões de gases que prejudicam o clima - no caso, o metano produto da flatulência --, bois e vacas ficam apenas em segundo lugar na lista de emissões. É o manejo do solo para plantação o responsável por 39% das emissões, com a preparação da terra com adubos e fertilizantes.

A "fermentação entérica" - o processo digestivo do gado que, como resultado, emite metano - fica em segundo lugar, com 25% das emissões. Em terceiro lugar surge o manejo de dejetos animais. A queima de resíduos agrícolas, como a do bagaço da cana, está em terceiro lugar mas, ao mesmo tempo, é a que mais cresceu, 59% entre 1994 e 2007.

No total, o setor agropecuário emite 479 milhões de toneladas de CO2 por ano. A estimativa para as emissões brasileiras em 2007 era de 1,9 bilhões de toneladas de gás carbônico. Dessas, 52% seriam causadas pelo desmatamento, especialmente na região amazônica. No entanto, esse índice já foi maior.

Em 1994, representava 55,2%. Nesse período, o desmatamento chegou a ser reduzido, mas a matriz energética se tornou mais suja - entraram em ação das termelétricas e o uso de combustíveis fósseis cresceu, o que representou um aumento de 54% nas emissões -, houve crescimento industrial, assim como da produção de resíduos industriais e de lixo no País.



Extraído de msn.com.br

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ainda sobre a crise

Ainda sobre a crise, podemos ver agora depois de todo o estardalhaço criado pela imprensa que a crise começa a mostrar o seu lado podre. Onde investimentos que poderiam ser usados para tantos outros fins bem melhores do que os que foram utilizados começam a se mostrar e com isso levantar novamente uma questão antes defendida por mim da inversão de valores que está ocorrendo no mundo... é lamentável pra não dizer coisa pior...


Miramos com curiosidade e temor o contracheque alheio. Tememos que a grana do vizinho seja mais verde que a nossa. Porém, quando nosso voyeurismo salarial se volta para os ganhos de superexecutivos, embotamos nossa inveja e somos tomados por escárnio e revolta. Mas quanto ganham os donos da montanha? Uma visita ao website www.equilar.com traz a resposta. Os números são de 2008.

Começamos pelas empresas industriais, aquelas que “produzem coisas”. No ano em questão, W. James McNerney Jr., da Boeing, levou para casa quase 15 milhões de dólares, mais da metade em bônus e ações. Pior sorte teve Jeffrey R. Immelt, da icônica General Electric: o contracheque do herdeiro de Jack Welch não chegou aos 6 milhões de dólares. Andrea Jung, da Avon, uma das raras mulheres do grupo, teve melhor sorte que os rapazes: ela recebeu mais de 20 milhões de dólares, porém, apenas 16% em salários e bônus.

Os executivos do setor financeiro tiveram momento turbulento. Kenneth D. Lewis, do Bank of America, ganhou apenas 9 milhões de dólares, dos quais somente 17% em salário. Seu bônus? Zero. Terá sido castigo pela compra da Merrill Lynch? Melhor sorte teve Vikram S. Pandit, do Citigroup, que ganhou mais de 38 milhões de dólares, 97% em ações e bônus. Como terá o Sr. Pandit pago a escola das crianças?

Os donos do setor de tecnologia tiveram sorte variada. Steve Jobs, fundador e número 1 da Apple, continua ganhando um dólar por ano, mas todos sabem que ele faz bicos por fora. Steven A. Ballmer, da Microsoft, teve um ano de penúria, ganhando pouco mais de 1 milhão de dólares. Salvou-o da indigência o pé-de-meia acumulado nos anos de vacas gordas: a bagatela de 11 bilhões de dólares. Lawrence J. Ellison, fundador e chefe da Oracle, ganhou de toda a turma e embolsou quase 85 milhões de dólares. Manter seus iates de competição e seu ego custa caro.

A central sindical norte-americana AFL-CIO aponta, em seu website, que a remuneração total média de um executivo-chefe de uma empresa pertencente ao grupo das 500 maiores dos Estados Unidos foi de 10,4 milhões de dólares, em 2008. No Brasil, não se divulga a remuneração dos indivíduos do topo da pirâmide, mas é possível saber a remuneração total das diretorias de algumas empresas. Em entrevista recente concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, citou alguns números. Segundo ele, em 2007, os dirigentes do Itaú ganharam 244 milhões de reais; os da Gerdau, 59 milhões de reais; e os da Perdigão, 14 milhões de reais. Gabrielli defendia os aumentos salariais concedidos a dirigentes da própria Petrobras, argumentando que o valor pago aos dirigentes da empresa era modesto, se comparado aos seus pares das empresas privadas, com um total pouco acima de 7 milhões de reais. Realmente, é de dar pena.

Consta que os executivos brasileiros são os mais bem remunerados da América Latina. Significativamente, vem crescendo no País o número de profissionais que recebem mais de 1 milhão de reais por ano, e não são poucos os que já embolsam mais de 5 milhões de reais por ano. Em relação aos Estados Unidos, o Brasil apresenta algumas peculiaridades. Primeiro, a parcela de remuneração variável, atrelada ao desempenho, ainda é pequena. Segundo, a distância entre salários no topo e no restante da pirâmide continua enorme.

Estudos apontam que, em qualquer latitude ou longitude, os salários no topo sobem ano após ano: maior o valor da empresa, maior o salário de seus executivos. No entanto, a recente crise fez crescer a percepção de que alguns executivos ganham muito mais do que valem, faturando alto mesmo quando suas empresas perdem dinheiro. Sensível aos clamores populares, o presidente norte-americano Barack Obama introduziu limites à remuneração de empresas ajudadas pelo governo. De olho nas empresas do setor financeiro, o presidente francês Nicolas Sarkozy vem patrocinando um sistema de bonus-malus (bom e mau, em latim), que pretende vincular os incentivos financeiros aos ganhos e às perdas. São medidas de efetividade questionável, provavelmente uma gota no oceano de uma reforma sistêmica maior, que parece não decolar.

Com ou sem crise, os salários estelares permanecerão, a sinalizar o norte para a legião de peregrinos que sonham com o olimpo organizacional, mesmo que jamais o atinjam. Permanecerão também como comprovação de que o sistema é solidamente fundado na ganância individual. Já sabemos que não é possível eliminar o vício, sob o risco de destruir o viciado e o hospital, mas é preciso controlá-lo com bons sistemas de governança e de controle de riscos.

Extraído de cartacapital.com.br

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Transportes Públicos

Só para constar uma realidade que todos nós já conhecemos... E ainda querem fazer as olimpíadas aqui...


Quem vai a Buenos Aires normalmente se surpreende com a boa qualidade do transporte encontrado na cidade e descobre que o estado precário dos nossos ônibus e trens não necessariamente é a regra em países em desenvolvimento. Pois agora os brasileiros também descobrem que, além da péssima qualidade dos transportes públicos, São Paulo e Rio de Janeiro têm as tarifas mais caras dentre as grandes cidades da América Latina.

O estudo Prices and Earnings, realizado pelo banco suíço UBS, verificou que o paulistano gasta em média US$ 0,99 por uma passagem de ônibus, metrô ou trem, enquanto no Rio o valor é de US$ 1,01. Já em Buenos Aires, Caracas e Lima, os valores ficam abaixo de US$ 0,50.

No Rio, a realidade sobre a situação dos transportes veio à tona a partir dos confrontos deflagrados na Central do Brasil, na semana passada. Em São Paulo parece que a paciência dos usuários é maior, mas o prefeito Gilberto Kassab já anunciou um aumento nas tarifas de ônibus para o início de 2010.

Extraído de cartacapital.com.br

Brasil e o MDL

Ao que parece, pelo menos no papel, o Brasil anda fazendo sua parte para reduzir as suas emissões de CO2. Só espero que isso não fique só no papel mas que seja posto em prática de maneira eficiente e séria.



O Brasil é o terceiro país do mundo em número total de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), atrás somente da China e da Índia. Os projetos são uma forma de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, que provocam o aquecimento global, em países em desenvolvimento. O corte de emissões ocorre, por exemplo, com a implantação de tecnologias mais limpas ou a substituição de combustível poluente por outro menos sujo.


Os projetos fazem parte dos mecanismos de flexibilização previstos pelo Protocolo de Kyoto para que os países industrializados atinjam suas metas de redução de emissões de gases do efeito estufa e para que nações emergentes sejam incentivadas a serem mais sustentáveis.


Isso ocorre porque a diminuição das emissões pelos projetos cria a Redução Certificada de Emissões (RCE), espécie de títulos que podem ser comercializados no mercado global. Como os países industrializados precisam cortar cerca de 5% de suas emissões de gases-estufa até 2012, eles podem adquirir esses títulos para auxiliar no cumprimento de suas metas.


Até agora, existem 5.430 projetos de MDL no mundo. Desse total, o Brasil responde por 417 (8%). A China e a Índia estão na frente, com 37% e 27%, respectivamente. E atrás do Brasil estão México (4%) e Malásia (3%).


Em relação ao potencial de redução de emissão com os projetos, o Brasil também é o terceiro (6%). A China tem sozinha quase metade dos cortes de gases-estufa (48%). Segundo José Miguez, coordenador-geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia, isso ocorre porque os chineses usam muito carvão em sua indústria e para produção de energia, e sua substituição reduz as emissões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Extraído de msn.com.br

sábado, 10 de outubro de 2009

Caos no transporte público

Para quem ganhou como cidade sede dos jogos olímpicos, muito ainda precisar ser feito para que a cidade realmente tenha condições de sediar esses jogos...

Yes, we créu, comemoram os cariocas quando o Rio de Janeiro foi indicado sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Entre o sonho e a realidade, foi um pulo. Pelo segundo dia consecutivo, na quinta-feira 8, as estações ferroviárias que ligam a região central da cidade aos subúrbios e municípios vizinhos mais pareciam campos de batalha. Diante da suspensão das viagens em vários trechos da malha ferroviária local, a começar pela Central do Brasil, a Polícia Militar foi chamada para conter os protestos dos passageiros.


Como acontecera no dia anterior, eles reclamavam da qualidade do serviço prestado pela Supervia, o consórcio que detém a concessão do transporte de passageiros em um trecho de 225 quilômetros interligando onze municípios da região metropolitana do Rio. As falhas começaram por volta das 16 horas e o serviço só foi regularizado duas horas depois.

Na quarta-feira 7, o atraso de um trem na estação de Japeri levou um grupo de passageiros a incendiar alguns vagões, o que interrompeu o transporte por cinco horas. Até a noite da quinta, a Supervia não sabia informar as causas das falhas no serviço.

Extraído de cartacapital.com.br

Rio 2000 e Desespero !

Como anteriormente demonstrei aqui tenho minhas preocupações quanto a cidade do Rio de janeiro sediar os jogos olímpicos de 2016. Ainda mais agora com as notícias que andam sendo veiculadas principalmente quanto as questões do transporte.

Faremos então aqui uma pequena análise sobre alguns pontos :



  • O famoso Legado... quem mora no Rio de Janeiro deve se lembrar muito bem disso. Ao ganhar como cidade sede dos jogos pan-americanos o governo prometeu mundos e fundos sobre melhorias na cidade inclusive com a construção de uma nova linha do metrô, que na época era a mais badalada de todas as promessas, visando não só o fácil acesso aos locais de competição do pan pela população - leia-se quem tinha dinheiro para pagar pelos ingressos - como também visava melhorar o transporte de massa para a população. Bem, como todos sabem o metrô acabou por virar faixas as linhas amarela e na avenida Brasil que designavam pistas preferenciais para que as famílias do pan - leia-se os atletas - não chegassem atrasados as competições. E de fato nada foi feito para que a cidade tivesse um legado legítimo do pan, a não ser a torcida do Botafogo que ficou com o Engenhão...

  • A questão das obras... bom tal questão está embutida na anterior mas quero tocar em um caso específico e dessa vez envolvendo o Maracanã. Foram investido milhões na reforma do estádio, que agora com a chegada da copa do mundo vai ser REFORMADO OUTRA VEZ. Ou seja, os investimentos que foram feitos anteriormente não servem de nada ???? ou seria apenas um pretexto pra um político ou outro poder comprar uma casa ou colocar uns trocados em algum paraíso fiscal.

  • Os investimentos... Como será que os governantes estão pensando em conseguir recuperar todo este investimento que serão feitos nas olimpíadas???? Por que eu acho quase impossível alguém conseguir recuperar um investimento bilionário de 7 anos em um evento que dura apenas 16 dias e onde sabemos que vários destes investimento depois ficaram abandonados. Ou você acha que a cidade vai usar o velódromo para algum outro fim ? Algo deve ser pensando para que os investimentos feitos não sejam apenas utilizados para os jogos olímpicos mas sim pós jogos, ou então podemos acabar como o Canadá que sediou as olimpíadas de 72 e só terminou de pagar em 2008...

  • Outra questão que muito me preocupa e que como carioca eu sou testemunha, é que a saúde pública, a educação, os transportes e vários outros aspectos estão impecáveis na cidade a ponto de nossos governadores decidirem por desperdiçar dinheiro público com os tais jogos...

  • Para finalizar e não me estender muito uma última questão que pra mim é a mais alarmante, o dinheiro público. Eu nem vou me ater aqui a corrupção por que todos nós sabemos que ocorrerá, mas além disso a um outro fato que me chama a atenção... Quem mora por exemplo no Amazonas tem chances altíssimas de assistir aos jogos somente pela televisão, contudo o dinheiro que lhe é retirado através de impostos vai para os jogos olímpicos. Ou seja, o dinheiro que poderia ser usado para melhorar a sua cidade, ou seu bairro, etc vai acabar virando investimento para uma cidade que talvez você nunca irá conhecer...



O envelhecimento populacional

Já não é de hoje que o envelhecimento da população brasileira vem se mostrando em processo de crescimento. Em vista do mesmo notam-se várias consequências que poderão surgir caso este quadro se mantenha, dentre elas temos o aumento dos gastos com previdência e saúde. Quanto a previdência parece que o governo vem tomando medidas desde agora para combater esta possível consequência, fato que pode ser constato no aumento da idade e no tempo de serviço para se conseguir a tão sonhada aposentadoria.


Contudo quando nos voltamos para a saúde, uma questão me parece que deveria ser melhor abordada porém não é. Tal questão remete a uma mudança no eixo, por assim dizer, de atendimento aos hospitais públicos do país, que seria uma mudança gradativa para um aumento no número de geriatras nos hospitais.


Com o envelhecimento populacional, este aumento se faz necessário para dar um suporte maior os idosos. É uma mudança que acho que se faz necessária mas parece que o governo ou finge que não vê ou então está muito ocupado arrumando investimentos para as olimpíadas...



IBGE: população de idosos aumenta 11,1% no país




O Brasil tinha no ano passado 21 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, superando a população idosa de vários países europeus, como a França, a Inglaterra e a Itália. Entre 1998 e 2008, a proporção de idosos (60 anos ou mais) aumentou de 8,8% para 11,1%. As informações constam na Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada hoje.


Ainda no ano passado, havia 9,4 milhões de pessoas com 70 anos ou mais no País, ou 4,9% da população total. A pesquisa revela também que população com menos de um ano de idade se reduziu em 27,8% em dez anos, passando de 1,8% da população total em 1998 para 1,3% em 2008.




Extraído de msn.com.br

terça-feira, 6 de outubro de 2009

IBGE relata crescimento industrial em Regiões

Ao que parece o Brasil vem se recuperando da crise...

Pernambuco e Espírito Santo registraram os maiores crescimentos na passagem mensal; taxa média foi de 1,2%

SÃO PAULO - A produção da indústria nacional avançou em 7 das 14 regiões pesquisadas na passagem de julho para agosto, como mostra a Pesquisa Industrial Produção Física - Regional, divulgada nesta terça-feira (6).

Em relação a agosto de 2008, todos locais registraram recuo, à exceção de Goiás, que avançou 3,2%. Segundo informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa média nacional ficou negativa em 7,2%.

Entre as áreas com contração mais acentuada, destaque para Minas Gerais (-13,7%), Pará (-11,0%) e Espírito Santo (-10,9%), que recuaram mais do que a média nacional.

Passagem de julho para agosto

Já em relação à passagem mensal, a indústria nacional cresceu cerca de 1,2%, sendo registrado avanço maior do que a média nas regiões de Pernambuco, Espírito Santo, Bahia, Nordeste, São Paulo e Rio Grade do Sul.

Resultado acumulado

Nos oito primeiros meses de 2009, a indústria nacional acumula crescimento de 13,5%, tendo registrado saldo positivo em 11 dos 14 locais pesquisados.

"Espírito Santo (26,7%) e Minas Gerais (21,3%) apontaram as trajetórias mais vigorosas, enquanto Amazonas (-0,1%), Pará (-1,4%) e Ceará (-1,9%) foram os locais com perdas no mesmo período", informou o IBGE.

Extraído de msn.com.br

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Resquícios da crise

Ao que parece a crise ainda rende seus frutos, dessa vez na zona do euro...

SÃO PAULO - A taxa de desemprego na Zona do Euro cresceu entre julho e agosto de 2009. Segundo a Eurostat, órgão oficial de estatísticas da região, esse nível passou de 9,5% para 9,6% no mês.


Em comparação com o mesmo período do ano passado, a diferença é ainda maior, uma vez que em agosto de 2008 a taxa era de 7,6%. O nível atual é o maior registrado na região do euro desde março de 1999, de acordo com a pesquisa.


No total, são 15,165 milhões de pessoas sem emprego na Zona do Euro, representando um acréscimo de 3,224 milhões em relação ao mesmo mês de 2008. Em comparação com julho deste ano, são 165 mil a mais de desempregados.

Comparação entre países

Segundo a Eurostat, todos os países membros da Zona do Euro (16 no total) tiveram aumento em seu número de desempregados. Enquanto as maiores taxas foram registradas na Espanha (18,9%) e na Letônia (18,3%), as menores foram vistas nos Países Baixos (3,5%) e na Áustria (4,7%).

Já na comparação entre os meses de agosto em 2008 e 2009, a Letônia (7,4% para 18,3%) e a Estônia (4,1% para 13,3%) foram os países que sentiram o maior impacto em seu nível de desemprego. Ao mesmo tempo, Bélgica (7,5% para 7,9%) e Alemanha (7,2% para 7,7%) registraram as menores diferenças.


Europa 27

No caso da medição que inclui 27 países europeus, a taxa de desemprego subiu de 9,0% para 9,1% entre julho e agosto de 2009. Mais uma vez, os números representam um aumento significativo do número de desempregados quando comparados a agosto de 2008, com a taxa em 7,0%.

O nível apresentado pela Eurostat é o maior para a região desde março de 2004 e representa um total de 21,872 milhões de homens e mulheres sem emprego.

Extraído de msn.com.br