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quinta-feira, 29 de maio de 2014

E mais um relatório de más notícias vem sobre as mudanças climáticas no mundo e no Brasil.

Não é novidade pra mim, muito menos novidade pra você que a cada relatório sobre mudanças climáticas realizado pelo ONU, uma chuva de más notícias sobre o futuro do nosso planeta irá ocorrer; traçando assim um tenebroso século XXII para a humanidade (alguns já preveem até para a metade deste século). 

Aqui no Brasil os pontos críticos do relatório não mudaram:

  • Savanização da Floresta Amazônica. 
  • Desertificação da Caatinga. 
  • Perda significativa de importantes biomas como o Pantanal e os Campos Limpos ao Sul do País. 
  • Alterações drásticas nos regimes de chuvas no Norte do país - com a escassez - e no Sul do país - com o excessivo volume de chuvas. 
  • Intensas ondas de calor. 

Esses e outros pontos críticos parecem os componentes de uma caixa de Pandora que tão logo será aberta, se continuarmos a explorar a Terra de forma predatória. Junto a essa lista de alterações vem outra ainda pior que traz as consequências dessas alterações. Tais consequências variam desde o aumento do regime de estiagem no Norte do país; a extinção de biomas como a Caatinga; os constantes deslizamentos de terra, podendo acarretar em perdas materiais e humanas, com o aumento das frequentes chuvas no Sul do país; o aumento das ondas de calor, podendo causar sérias doenças à população, principalmente a crianças e idosos que podem até chegar  à óbito; perda de áreas agricultáveis e da biodiversidade em nosso planeta; e daí por diante... 

Este cenário apocalíptico se desenha desde agora, principalmente porque muito pouco foi feito para a redução dos gases estufa ou até mesmo para proliferar em larga escala práticas de desenvolvimento sustentável. Aliás, pelo contrário, principalmente quando nos remetemos a questão da agricultura em nosso país, onde é cada vez mais flagrante que a fronteira agrícola avança para a Amazônia, além de pressionar indígenas e quilombolas para o uso de suas terras para a prática agrícola. 

Ainda relacionado a agricultura, com a perda de terras agricultáveis, podemos ter uma alta no preço dos alimentos que pode restringir o já escasso acesso aos alimentos, principalmente por parte da população pobre. Embora a que se abrir um parêntese neste quesito, visto que a alimentação hoje em dia é mais um problema de distribuição e desperdício do que propriamente um problema de produção. Se hoje somos capaz de produzir alimentos para alimentar 6 vezes o planeta, fica nítido que o problema é de distribuição e não de produção. 

Soma-se a isso a questão do desperdício em outras áreas como água e energia... Recente levantamento feito mostra que há um desperdício de mais de 40% da energia produzida em nosso país que se perde nos linhões de transmissão; e que, no caso, da água, chegamos a desperdiçar, em alguns estados, mais de 50% da água das tubulações até chegar a nossa casa.... 

Problemas esses que poderiam ser corrigidos com investimentos em infraestrutura, visando combater esse desperdício, são "resolvidos" com a construção de mais usinas hidrelétricas e mais capturas de rios para abastecimento de água à população. Como resultado podemos ter um estresse hídrico tão grande que pode nos levar a escassez da água, além do recorrente uso as termoelétricas, que são altamente poluidoras... 

Figurando também nesta lista está a possibilidade da morte de milhares de idosos e crianças que podem não resistir as ondas de calor e ao aumento da temperatura global (aliás, isso já está acontecendo, mas - ainda - não aos milhares). 

Isso sem contar que as disputas pelos recursos podem levar a guerras civis ou até mesmo entre nações levando a uma tragédia pior ainda... 



Para que esta caixa de Pandora não se abra e o caos não se instale no planeta todo; diversas medidas podem e devem ser tomadas. Desde o investimento em "energia limpa" passando por novas práticas agrícolas como a agroecologia, além da utilização do conceito de desenvolvimento sustentável trazido às cidades, há uma gama de possibilidades que podem manter esta caixa bem fechada. Basta vontade política para isso e expurgar o pensamento mesquinho de que daqui há 60 anos, não estaremos mais aqui, então, não precisamos nos incomodar com isso... Primeiro porque com o avanço da medicina, é bem provável que estejamos por aqui sim; segundo porque nós podemos até não estar, mas nossos filhos e netos com certeza estarão... O problema no meio dessa última parte é que esse pensamento é uma questão cultural que, como tal, levaria anos para ser dissolvida em meio a um programa de reeducação da população em relação a esse pensamento. 

Talvez a onda do desenvolvimento sustentável, lá nos anos 60 e 70, tenha dado o empurrão que faltava para o início dessa reeducação, mas agora esse empurrão parece ter perdido sua força e voltamos a esmorecer... 

Em 2020 o prazo para a redução de gases poluentes prometida pelo Brasil, entre 36,1% e 38,9%, se encerra. E, do jeito que as coisas vão, será mesmo que iremos conseguir cumprir essa promessa?

Eu espero que sim... 



Com informações do Le Monde Diplomatique.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Na Europa, ICCs podem ser mais um duro golpe para levar o Estado do Bem-Estar Social à lona...

Os Instrumentos de convergência e competitividade (ICC) são uma medida que ainda está em discussão na União Europeia, mas que, se aprovada, pode virar o "início do fim" do Estado do Bem-Estar Social Europeu. 

A medida ainda tramita discussão no Parlamento europeu e acena com a seguinte proposta: em troca de incentivos de ordem financeira (empréstimos a juros baixos a Governos que dele necessitem) serão realizadas reformas nas áreas social, econômica e fiscal.  Com isso, fica claro que é a mesma cartilha já usada pelo BCE e pelo FMI quando emprestaram dinheiro a países que foram fortemente atingidos pela crise de 2007 como a Grécia e Portugal, por exemplo. Tal cartilha rege que ao emprestar dinheiro, uma série de medidas devem ser seguidas pelo governo interessado em receber este empréstimo; medidas estas que sempre caminham para um mesmo viés: medidas de austeridade econômica como a privatização de empresas estatais, redução dos benefícios à população (frutos exatamente do Estado do Bem-Estar Social) podendo chegar até mesmo a demissão de funcionários públicos; tudo para buscar o famoso superávit primário. 

O que ainda não levou esse projeto adiante, pelo menos por enquanto, é que o mesmo precisa da unanimidade dos 28 membros para ser aprovado; além disso ainda não ficaram muito bem definidas as questões a cerca desse incentivo financeiro, pois originalmente "a comissão propôs criar um fundo alimentado por novas contribuições dos Estados-membros ou pelo produto das futuras taxas europeias, em especial a taxa sobre transações financeiras – taxar os mercados financeiros para liberalizar a economia: uma ideia brilhante... Mas um documento interno da comissão, que veio à tona pouco antes da cúpula,5 indica que os dirigentes europeus parecem estar agora trabalhando em outra direção: empréstimos europeus com taxas preferenciais, ou seja, uma primeira aplicação do mecanismo de mutualização das dívidas nacionais exigido desde o início da crise pelos países em dificuldade. A emissão de empréstimos públicos europeus permitiria aos países mais fracos tomar dinheiro emprestado a taxas de juros (menos elevadas) que beneficiam as economias mais robustas da União Europeia" (PANIER, 2014). 

Essas medidas seriam dirigidas por instituições europeias que passarão a "orientar" os governos para o caminho da recuperação financeira dos mesmos. A questão no meio disso é que se o projeto realmente for a frente e o dinheiro for liberado aos países, esse dinheiro virá a reboque de uma enorme pressão dessas instituições europeias sobre esses países; nesses termos a orientação ganharia tons de comando, algo bem semelhante ao que aconteceu, especialmente nas últimas décadas do século passado, entre certos países da América e o FMI... 

Para se ter uma ideia, se essas medidas fossem tão boas assim, as mesmas não seriam praticamente ignoradas pelos governos europeus como são atualmente... (Sim, mesmo ainda não interferindo de fato nos países, as instituições europeias como o BCE - Banco Central Europeu - sempre dão seus "valiosos conselhos" aos países) para se ter uma ideia: "Jörg Asmussen, membro do Conselho de Governadores do Banco Central Europeu (BCE), lamentava que apenas 10% das recomendações da comissão [tinham] sido postas em prática até então pelos Estados-membros” (PANIER, 2014). 

Como a questão ainda está por se decidir, a sociedade europeia pode se mobilizar para se fazer ouvir e encontrar eco através das eleições parlamentares da UE que ocorrerão nesta semana e assim impedir a aprovação do projeto... Ou não... 


Com informações do Le Mond Diplomatique 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Quando morar na cidade vira sinônimo de respirar ar poluído.

Recente pesquisa divulgada pela ONU revelou que quase 90% da população urbana respira ar poluído. 

Bom, isso já não é nenhuma novidade. Nunca antes na história desde planeta o homem poluiu tanto desde a  1ª Revolução Industrial e os números continuam aumentando....

O exemplo mais emblemático desta situação, pelo menos o mais recente, se deu nas olimpíadas de Pequim, em 2008 onde constantemente víamos tomadas das paisagens de Pequim repletas de nuvens de poluição; isso sem contar as diversas pessoas usando máscaras para  tentarem se proteger deste ar poluído. 

Com  a utilização de matrizes energéticas baseadas, inicialmente no carvão mineral, e posteriormente nos combustíveis fósseis, o nível de emissão dos gases poluentes aumentou absurdamente e, em princípio não causou temor algum nas pessoas. Contudo, com o passar dos anos e o avanço das pesquisas, além de efeitos visíveis na população como o aumento de doenças respiratórias, a preocupação em relação a essas emissões foram despertadas. 

Podemos também acrescentar a isso o conceito de sustentabilidade, vindo dos anos 60 e 70 no século passado, que colocaram de vez a questão em tela. Desde então cada vez mais a sociedade se mobiliza para buscar formas de reduzir a emissão desses poluentes. 

Ideias como os selos verdes dados as empresas ou até mesmo ideias sustentáveis como o telhado verde vem a reboque desta onda que visa preservar o nosso planeta não só para nós como para as gerações futuras. 

Mesmo assim, com os dados apresentados, ainda parece que temos muito a fazer para tentar reverter este quadro, não só nas cidades como também nas áreas rurais. Claro que será uma tarefa árdua e a longo prazo, mas com a quantidade de ideias que surgem para tornar o desenvolvimento mais sustentável e com a possível futura produção de equipamento para geração de energia de forma alternativa em escala industrial, a redução desses índices pode, e deve, deixar de ser mero sonho para figurar no plano da realidade.... 

Com informações da Carta Capital.  

A nova balela do momento: A Eurabia

Pois é, a nova onda do momento agora chama-se Eurabia. Isso, nobre leitor, pode ser denominado como um "movimento" que prega uma invasão muçulmana sobre a Europa que fará com que o continente perca sua identidade cultural e se perca em meio ao nefasto mundo árabe... (Te dou um doce se você adivinhar que ala política anda divulgando essa tese)... 

Mas, como toda a tese de extrema direita que se prese, essa alegação além de beirar o absurdo é completamente infundada. Acho que como acusar os imigrantes de uma maneira geral por roubar empregos dos europeus não deu certo, além de ser mostrar uma proposição sem um pingo de fundamento; eles devem ter resolvido atacar os muçulmanos se aproveitando de um trabalho iniciado por um certo ex-presidente de uma certa superpotência econômica da atualidade... (está sentindo orgulho agora, Bush?). 

Bom, mas vamos a finalidade deste post que é a de desconstruir esse... Mito? teoria? delírio? tentativa desesperada de conseguir cargos políticos em alguns países europeus? (não sei como identificar isso...)

O primeiro ponto diz respeito a tão falada força econômica dos árabes e a dependência do continente europeu em relação a isso. Neste caso esta teoria afirma que os árabes vendem tanto para a Europa que, com este dinheiro, poderiam até mesmo comprar o continente para eles... Bom, os números dizem ao contrário. Segundo dados da Revista Le Mond Diplomatique, as Importações europeias dos países árabes representam apenas 5% do total de importações do continente. Ou seja, como se pode fazer uma dominação tão vultuosa e avassaladora como eles defendem com apenas 5% das importações totais?

Como se não bastasse, o segundo ponto defende que os árabes se multiplicariam  de forma surpreendentemente rápida, levando a Europa a passar por um "genocídio europeu" já que sua população seria, de maneira extraordinariamente rápida, transformada em árabes ou em convertidos a religião muçulmana. E novamente os números confrontam isso: primeiro que os árabes na Europa não chegam, ainda segundo dados da revista supra citada, a 3,5% da população total do continente; pesa ainda sobre isso o fato de que a taxa de fecundidade dessa população é tão ou até mais baixa que a europeia. Nesses termos, para causar esta onda que transformará o continente europeu em árabe-muçulmano, levaria algo em torno de uns 6 a 10 mil anos... Realmente... Uma dominação rápida e avassaladora; digna de um genocídio cultural europeu... 

Ainda neste quesito, os defensores da Eurabia apontam para as conversões que podem ser feitas por cada muçulmano, levando assim a rápida conversão do continente. Em relação a isso gostaria de deixar o seguinte exemplo: 

"Em 4 de janeiro de 2011, o diário The Independent alertava seus leitores sobre um risco de “islamização do Reino Unido”, porque o número de convertidos tinha duplicado em seis anos, passando de 50 mil para 100 mil pessoas entre 2001 e 2011 (para uma população total de 60 milhões de habitantes). Uma pessoa em seis seria convertida ao islã, num ritmo de 5 mil conversões por ano (pouco mais que na França ou na Alemanha). Seriam necessários assim 6 mil anos para que o Reino Unido se tornasse um país de maioria muçulmana. Uma “invasão” muito lenta, portanto, sobretudo quando a comparamos ao crescimento impressionante das conversões ao cristianismo evangélico e pentecostal no mundo, por exemplo, na China e na África: mil pessoas por dia!12 Trata-se da mais rápida progressão religiosa da história – de zero a 500 milhões de adeptos em menos de um século –, mas poucos meios de comunicação se alarmam com a “evangelização do mundo”"... (LIOGIER, 2014)

O mais preocupante nessa história delirante não é o seu aspecto quase fabular, mas sim a aceitação desta teoria em países da Europa, especialmente onde grupos políticos de extrema direita a difundem para justificar uma ameaça (fantasma) a cultura europeia, seu modo de vida e tradições... Mesmo sendo algo absurdo, não me espantaria se nas próximas eleições que ocorrerem pelo continente europeu esses partidos conseguirem representatividade baseados nessa teoria... Algo que eu sinceramente não gostaria de ver, mas sei que vou... 

Com informações do Le Monde Diplomatique

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Brasil passa por redução populacional em grande parte dos seus municípios.

Recentemente foi publicado um estudo apontando para a redução da população na maior parte dos municípios brasileiros, apesar de alguns terem apresentado aumento (Você pode observar o mapeamento desse estudo clicando aqui).  O estudo reforça uma posição do nosso país que já vem se desenhando há mais de 20 anos: a redução populacional em nosso país. 

Esta redução é acompanhada de diversos fatores que ajudam a explicá-la e que vieram a reboque do processo de urbanização em nosso país, mais proeminente do século passado para cá. Entre esses motivos podemos destacar:

  1. O maior acesso não só aos métodos contraceptivos, mas também as informações de como se evitar a gravidez indesejada.
  2. A entrada da mulher no mercado de trabalho. Muitas mulheres procuram se consolidar primeiro no emprego e depois pensam em ter filhos. Algumas já consideram até mesmo a possibilidade de nem tê-los. 
  3. O alto custo de criação do indivíduo. Hoje em dia, criar uma criança sai por um custo alto, o que inibe as pessoas a terem vários filhos ou até mesmo a terem filhos.
  4. Outro fator que contribui diz respeito aos casamentos tardios. Homens e mulheres buscam a estabilização financeira primeiro para depois pensarem em casamentos e filhos; este fato leva-os a se casarem bem mais tarde, se compararmos aos tempos dos nossos avós, por exemplo. 

Assim, a nossa população entra em um período de crescimento vegetativo lento, onde as taxas de natalidade e mortalidade são baixas. Em termos de estudos demográficos, podemos assim caminhar de uma população predominantemente de jovens para uma população, em algumas décadas, predominantemente adulta. 

Se chegarmos a este patamar poderemos encontrar pontos negativos e positivos acerca de uma população predominantemente adulta. Como pontos positivos podemos citar uma enorme PEA (População Economicamente Ativa) que, se estiver empregada, gera uma grande contribuição de impostos ao governo, além de servir também como um grande mercado consumidor. Já o ponto negativo, se dá se essa população não estiver empregada, já que isso pode gerar desemprego, aumento da economia informal além de queda na arrecadação de impostos. 

Outro fato que também chama a atenção nesse estudo é que as migrações internas ainda estão fortemente presentes em nosso país, principalmente na migração de pequenas e médias cidades para as grandes cidades; movimento migratório esse conhecido como urbano-urbano. 

Neste tipo de movimento pessoas migram de pequenas e médias cidades, pois as mesmas apresentam estruturas precárias ou uma economia que não é capaz de abarcar todos os seus moradores e assim os mesmos são levados a migrar para outras cidades, geralmente maiores, em busca de melhores condições de vida. 

Isso leva a ratificar o fato de que algumas regiões em nosso país sofrem com inchaço demográfico enquanto outras vivem um vazio demográfico; caso das regiões Sudeste e Norte, respectivamente. 

Neste caso, a saída para resolver este problema de concentração populacional seria diversificar e desconcentrar a economia de nosso país, que se centraliza na região centro-sul. Este processo até já vem ocorrendo, timidamente, desde a década de 70, com a desconcentração industrial que vem acontecendo em nosso país tanto para "áreas novas" como para as regiões norte e nordeste, quanto para "áreas novas dentro de lugares antigos" como o interior dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo. 

Motivado pelas buscas das empresas em reduzir os custos, algumas deixam os grande centros por conta dos altos impostos, da força sindical exercida sobre eles nos grandes centros, pela procura por uma mão-de-obra mais barata, mas, principalmente, por conta da "guerra-fiscal" que ocorre entre estados ou municípios do país. Esta "guerra" consiste na atração de indústrias através de incentivos fiscais que podem ir desde descontos em impostos até a isenção completa deles por parte dos governos. 

Fato é que a nossa população vem se reduzindo e nossas cidades encolhendo. Pesquisas como esta se mostram importantes pois servem para nortear as políticas públicas em relação a população para o futuro, principalmente se essa condição se mantiver e chegarmos a evoluir para uma população predominantemente idosa; o que exigirá do governo campanhas de incentivo ao aumento da taxa de natalidade, além de refletir em preocupações com a previdência social e com a disponibilidade de mão-de-obra no país. 


Com informações do G1.com.br