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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Rio - 2016... Um legado que se repete ????

Muito  se tem falado na mídia sobre a campanha que a cidade do Rio de janeiro está fazendo para ser a cidade sede dos jogos olímpicos. Não se fala em outra coisa, principalmente com a proximidade do anúncio da cidade sede que se dará nesta-sexta feira. Pois bem, apesar do clima de animação que toma conta da cidade acho que cabe aqui vermos realmente todos os lados dessa candidatura do Rio como cidade-sede.


Como carioca, fico feliz em saber que a cidade em moro pode sediar o maior evento esportivo do planeta, mas como futuro geógrafo há coisas que aí muito me preocupam...


Como todos sabem o Rio de Janeiro foi a cidade sede dos jogos Pan-americanos em 2007. Milhões foram investidos entre construções de estádios, complexos esportivos, reformas e etc... Pois bem, depois de feitas todas essas obras e de realizados os jogos veio a questão: "Qual será o legado do Pan?"


Pois bem com todas essas obras feitas os cariocas andaram se perguntando isso e começaram a perceber que o legado do Pan simplesmente não teve. Fizeram arenas que atualmente estão em grande parte desativadas, o Maracanã terá de passar por mais uma reforma. E para quem mora na cidade no Rio de janeiro sabe que nem cabe comentar aqui sofre infra-estrutura e transportes, pois sabemos que nada foi feito, ou até mesmo melhorado, que atendesse a esses dois quesitos básicos ao funcionamento da uma cidade, principalmente como o Rio de Janeiro, que vive situação caótica quanto a estes. Que segundo os idealizadores da campanha para o Pan seriam os principais aspectos a se melhorados não só para o Pan como também para melhorar os fluxos na cidade carioca.


O Pan se foi e com ele uma quantidade absurda de dinheiro investido no evento. Porém o que ficou de herança para os cariocas deste evento tende ao irrisório. Agora o Rio se lança em sua candidatura as olimpíadas e mais uma vez promete uma série de reformas e melhorias principalmente no setor de transportes - você também ficou com uma sensação de já ter visto esse filmes antes ? - deixando assim um legado para o carioca através de uma reestruturação e melhora da cidade do Rio de Janeiro.


O meu medo no meio dessas promessas e investimentos para as olimpíadas é que o legado seja o mesmo do Pan, ou seja, não ter legado nenhum. Tudo bem que eventos como esse atraem pessoas do mundo todo e com isso atraem investimentos. Mas o que temos que avaliar é que se faz um investimento enorme  para a realização de um evento que dura apenas 16 dias. Sendo assim, cabe a cidade fazer os tais investimentos de maneira a pelo menos, durante esse evento, conseguir de volta o que foi investido; caso contrário poderemos acabar como o Canadá que sediou as olimpíadas de 1972 e só terminou de pagar por elas em 2008.


Assim acredito que sediar os jogos olímpicos seja sim uma grande oportunidade de promover a cidade,  até mesmo o país atraindo investimentos e movimentando a economia. Contudo, cabe aos governantes saber aproveitar isso de forma que gere frutos pós olimpíadas principalmente frutos que melhores a estrutura da cidade que sediará os jogos, para que assim o legado do Pan não se repita com as olimpíadas e a cidade que deveria ser a que mais ganharia com isso, acabe não levando nada.

domingo, 27 de setembro de 2009

Obama ainda persiste nesse erro...

A insistência de Obama em manter tropas no Afeganistão para combater  "os grupos terroristas nos locais onde eles se formam para assim evitar que eles realizem ataques na Europa e na América" vez dando cada vez mais dor de cabeça ao presidente... Os ataques tem se intensificado e o governo americano parece perder esta guerra. Pelo visto essa herança maldita do governo Bush de guerra preventiva ainda persiste e, assim como no governo dele, sem sucesso algo.

Nesta semana, enquanto se preparava para o summit sobre mudanças climáticas no palácio de vidro das Nações Unidas, o presidente Barack Obama percebeu que a estratégia David Petraeus para o Afeganistão, na qual colocou todas as fichas e um contingente adicional de 21 mil militares, tinha ido para o vinagre. E 58% dos norte-americanos são contrários à guerra contra o terror de Obama, na Ásia Central. Uma guerra de contrastes. De um lado, forças regulares com tecnologia de ponta: aviões sem pilotos, bombas penetrantes para atingir cavernas, etc. Do outro, camicases, minas, emboscadas e fanatismo.


Petraeus é o chefe militar para toda a região médio-oriental. No Afeganistão, segundo anunciado em março deste ano e visto como ovo de Colombo por Obama, a sua estratégia consistia em separar os talebans moderados dos duros, e ambos dos alqae-distas. Ao general Petraeus está vinculado Stanley McChrystal que, do Afeganistão e em uniforme estrelado de campanha, deu um ultimato a Obama, ou seja, precisa de mais 30 mil militares combatentes para os EUA não perderem a guerra.

Em março de 2009, quando Petraeus falou em introduzir, para celebrar posteriores acordos, cunhas a separar os distintos grupos, os talebans controlavam 70% do território afegão. O relatório que chegou esta semana a Obama destaca que os talebans controlam de 75% a 80% do território.

Não bastasse, Obama foi informado sobre a união dos “jovens leões” aos líderes históricos que expulsaram os soviéticos. Em outras palavras, a cunha de Petraeus é inviável. A coordenação entre os antigos senhores da guerra e os “jovens leões” está a cargo do mulá Mohamed Omar, que, em setembro de 2006, o-cupou Cabul, impôs a sharia (lei islâmica) e transformou a república num emirado islâmico. Omar, depois de 11 de Setembro de 2001, negou-se a entregar o genro Bin Laden para George W. Bush.

Dentre os “jovens leões” destaca-se o mulá Zakir. Ele foi um dos primeiros prisioneiros levados a Guantánamo: sua matrícula é a de número 08. Em 2007, os norte-americanos o devolveram ao presidente Hamid Karzai com o alerta de que se tratava de um nacionalista, com perfil filo-alqaedista e especializado em explosivos e emboscadas. No mesmo ano de 2007, Zakir fugiu da prisão e tornou-se um dos chefes talebans.
Além de coordenar os vários grupos, Omar foi recentemente eleito para presidir o conselho do movimento taleban, ou melhor, a Shura de Quetta (Paquistão). Não está fora de combate, como sustentava W. Bush e o certo é que as milícias talebans, a partir de 2003, se reorganizaram e atacam até em Cabul, uma zona dada como superblindada pelo comando da Nato-Isaf.

Na quinta-feira 17, no coração de Cabul, dois blindados Lince italianos foram arremessados a 25 metros de distância, em face de uma explosão com 150 quilos de dinamite misturada a fertilizantes e gasolina. O ataque matou seis jovens paraquedistas italianos, da tradicional divisão Folgore, e 30 civis afegãos.
Para enfrentar as tropas reunidas sob a bandeira da Nato-Isaf, os talebans contam de 15 mil a 22 mil guerrilheiros. Segundo os 007 da CIA, do tráfico de ópio bruto, os talebans embolsam 100 milhões de dólares, por ano: 1) Cada combatente recebe mensalmente de 100 a 300 dólares. 2) Os que estão em adestramento vencem mensalmente 1,5 mil dólares.

Um dos itens do budget controlado pela cúpula taleban é reservado para a compra de crianças-camicases. Segundo os 007 ocidentais, o preço de uma criança-bomba varia de 7 mil a 14 mil dólares. Em 2008, os talebans promoveram 116 ataques suicidas, 12 em Cabul, a mostrar vulnerabilidade e poder de infiltração.
Convém lembrar que, às vésperas das eleições presidenciais de agosto, Cabul foi por duas vezes bombardeada e a CIA se embaraçava para, internamente, justificar o injustificável. Ou seja, o candidato a vice-presidente da chapa de Hamid Karzai, o tadjique Mohammed Qasim Fahim, tinha sido ex-agente da CIA, apesar de grande traficante internacional de ópio e heroína.

Chrystal, no relatório a Obama, mostra que os talebans intensificam, de ano a ano, os ataques no Afeganistão. Até junho de 2007 foram 234 explosivos ataques. O número subiu a 308 em junho de 2008 e, até junho de 2009, ocorreram 736 ataques. A chamada missão Nato-Isaf, composta de 42 países, contabilizou, de 2001 até o último ataque a Cabul, 1.386 soldados mortos.

Pano rápido. Não empolga mais o discurso de que se deve combater os terroristas onde eles se organizam e são adestrados, para evitar ataques dentro dos EUA e da Europa. No meio da multidão, na basílica romana de San Paolo e por ocasião dos funerais dos paraquedistas dinamitados, levantou-se uma voz a incomodar o lacaio Berlusconi: “Retire-os logo. Por quantos mortos devemos esperar ainda?”

Não dá mais para defender um Karzai que permitiu o desvio de ajuda financeira destinada a fomentar a agricultura, a saúde, o consumo, a cultura, a renda, etc. O Afeganistão de Karzai, reeleito com fraude, é uma armadilha para Obama.


Extraído de cartacapital.com.br

Diarréia Verborrágica

Caros leitores do blog me perdoem este título um tanto impactante mas é que acho um absurdo. Andam circulando por aí mensagens e notícias veiculando que o pré-sal seria uma farsa e que lá não haveria petróleo coisa alguma. Ora tenha dó, como se o governo fosse investir milhões em propaganda por uma farsa e empresas do mundo inteiro dessem o seu parecer de interesse em explorar a região do pré-sal por simples teatro, nunca vi coisa mais pedante...



Aprendemos cedo, com nossos pais, que é melhor ouvir certas coisas a ser surdo. Mas beira o insuportável a quantidade de besteiras propaladas a respeito da exploração do petróleo encontrado no litoral brasileiro, na camada pré-sal. A última (ao menos para mim, porque a mensagem circula há tempos) é a corrente de e-mails com o artigo de um professor universitário, cujo nome não convém citar, por se tratar apenas de um caso exemplar. Especialista em geologia e ex-funcionário da Petrobras (pelos idos da década de 1970, convém ressaltar), ele garante, com absoluta firmeza, que não há quase nada a explorar na região. É tudo um embuste eleitoreiro do governo.

Pelamordedeus, será então que todos os especialistas do mundo estão enganados? Alguém se lembra da polêmica que envolveu a divulgação das megarreservas pelo presidente da ANP, Haroldo Lima, em setembro de 2008. À época, para se esquivar das acusações de precipitação ou de ter se antecipado à Petrobras no anúncio da descoberta, ele lembrou que a publicação especializada americana World Oil publicou um artigo a respeito meses antes. E quanto aos institutos internacionais do setor, que já colocam as reservas na lista das fontes futuras de energia do planeta? Finalmente, por que badalar uma riqueza que, na melhor das hipóteses, só poderá ser usufruída daqui a mais de cinco anos?

Mas há quem perca tempo alimentando esse tipo de discussão. O autor da teoria conspiratória supra-citada começa a dar entrevistas a veículos de comunicação (sim, não resta dúvida de que ele existe, mesmo). Como disse, esse é só um exemplo do festival de sandices que circula. Mas os piores mitos são aqueles que, plantados por grupos privados com milionários interesses no subsolo brasileiro, promovem campanhas de desinformação. Aí vão alguns dos argumentos que, de tanto ser repetidos, correm o risco de ser levados a sério:

1º) As regras novas e o aumento do controle do Estado sobre a produção perigam afastar o investidor privado.

As múltis petroleiras atuam nas regiões do Oriente Médio mais inóspitas e menos amigáveis ao capitalismo ocidental. Lucram aos tubos, literalmente, porque correm riscos, muitos riscos. A legislação proposta pelo governo pode não ser a melhor, mas, se há alguma chance de haver uma grande reserva de petróleo abaixo das águas brasileiras, não resta dúvida de que haverá interessados em por dinheiro no negócio. Importante, mesmo, é que as regras sejam claras e estáveis.

2º) O Brasil perde tempo e dinheiro enquanto discute o tema.

Perdoe-me o leitor por me sentir forçado a dar essa explicação rasteira, mas é isso aí: poços de petróleo são diferentes de hidrelétricas e estradas. Obras de infra-estrutura começam a beneficiar a sociedade no momento em que são concluídas, e continuam a fazê-lo indefinidamente. Uma estrutura de exploração de petróleo é um modo de gastar mais rapidamente um ativo do Estado. Pior: uma reserva de valor que tende a se valorizar com o tempo. Não há desta vez, de acordo com nove entre dez especialistas, o risco de “perdermos o bonde da história”. Não há, por enquanto, fonte alternativa de energia capaz de impedir que a commodity tende a se valorizar nos próximos anos. Vale à pena debater exaustivamente a melhor forma de receber e gastar os “petroreais”

3º) A ideia de criar uma estatal para administrar os recursos, por meio de um fundo específico, só serve para que se criem cargos públicos e abre espaço para o desvio de verbas.

Talvez esse seja o argumento mais polêmico. Concordo, mais uma vez, que o modelo pode não ser o melhor. Durmo menos preocupado, porém, ao saber que existe alguma preocupação em dar um destino a esse dinheiro que não seja cobrir o déficit público (disciplina fiscal para quê, se o dinheiro está sobrando?) ou criar um número infinitamente maior de empregos públicos em diversos departamentos nos Estados e municípios que se vêem no direito de embolsar a maior parte dos recursos. Analisar os indicadores sociais dessas regiões é descobrir o quão fácil é gastar a verba do petróleo sem contrapartidas sociais.
Extraído de cartacapital.com.br

Tensão Nuclear

A tensão nuclear parece aumentar agora mas dessa vez voltada não para a questão entre as Coréias, mas sim voltada para o Irã. Enquanto o presidente do país alega que o programa nuclear iraniano é para fins pacíficos, ou seja produção de energia, já na outra via os E.U.A. alegam um possível programa nuclear bélico do Irã e tentam levá-lo a mostrar o seu programa nuclear.  O que parece ter aumentado essa tensão foi o teste de mísseis de médio e curto alcances feitos pelo Irã... Ao que tudo indica parece que vamos nos remeter aquela velha questão dos programas nucleares serem restringidos apenas a certos países que por sua vez, fazem de tudo para que os demais desenvolvam tecnologia nuclear.




Irã faz teste de mísseis em meio à tensão nuclear


TEERÃ (Reuters) - O Irã fez testes com mísseis neste domingo para mostrar que está preparado para repelir qualquer ameaça militar, quatro dias antes da República Islâmica ter raras conversas com potências mundiais preocupadas com suas ambições nucleares.

As manobras com mísseis coincidem com a escalada da tensão na disputa nuclear do Irã com o Ocidente, após a revelação da semana passada de que Teerã está construindo uma segunda usina de enriquecimento de urânio.

Notícias sobre a instalação nuclear no sul do Irã trouxeram urgência ao encontro crucial em Genebra na quinta-feira entre autoridades iranianas e representantes das seis maiores potências, entre elas os Estados Unidos.

Um funcionário iraniano alertou que "clamores ocidentais fabricados" sobre a nova usina afetariam negativamente as conversas, nas quais os seis países querem que o Irã concorde em abrir suas instalações a inspeções para provar que seu programa almeja energia e não armas nucleares.

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse no sábado que a descoberta da usina nuclear secreta mostrou um "padrão perturbador" de evasivas de Teerã que torna mais urgente as conversações da próxima quinta-feira. Obama alertou o Irã na sexta-feira que o país enfrentará "sanções dolorosas" se não jogar limpo.

A mídia iraniana disse que a Guarda Revolucionária lançou pelo menos dois tipos de mísseis de curto alcance no primeiro dia de exercícios neste domingo e testou um lançador de mísseis múltiplo, além de dizer que os mísseis de médio alcance Shahab 1 e 2 seriam testados na noite de domingo.

A rádio estatal disse que a Guarda vai testar na segunda-feira o míssil Shahab 3, que as autoridades iranianas afirmam ter um alcance de cerca de dois mil km, com potencial para atingir Israel e bases norte-americanas no Golfo Pérsico. O míssil foi testado pela última vez em meados de 2008.

A TV estatal mostrou mísseis sendo disparados em um terreno de aparência desértica.





Extraído de msn.com.br

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Derretimento das geleiras

Uma das grandes consequencias do aquecimento global é o derretimento das calotas polares que acarreta no aumento do nível dos oceanos ameaçando as cidades litorâneas e os países baixos...  E pelo jeito que a matéria a seguir aponta, parece que estamos próximos de ver isso realmente acontecer na prática, eu sinceramente espero que não...


Por Alister Doyle

OSLO (Reuters) - Cientistas estão surpresos com a extensão do degelo na Antártica e na Groenlândia, mostrou um estudo nesta quarta-feira que pode ajudar a prever o tamanho do aumento do nível do mar associado à mudança climática.

Análises de milhões de imagens a laser de satélites da Nasa revelaram que a maior perda de gelo foi causada pela aceleração do fluxo das geleiras em direção ao mar, de acordo com cientistas do Grupo Britânico de Pesquisas Antárticas (BAS, na sigla em inglês) e da Universidade de Bristol.

"Estamos surpresos em ver um padrão tão forte de diminuição de espessura das placas de gelo por áreas tão grandes da costa --é um fenômeno amplo e em alguns casos se estende por centenas de quilômetros em terra", disse Hamish Pritchard, do BAS, que liderou o estudo.

"Nós acreditamos que as correntes oceânicas aquecidas que atingem a costa e derretem o gelo são a causa mais provável da aceleração do fluxo das geleiras", afirmou em comunicado.

"Esse tipo de derretimento do gelo é tão pouco compreendido que continua sendo a parte mais imprevisível do aumento futuro do nível do mar", acrescentou. O BAS afirma que o estudo deu o "quadro mais amplo" até aqui do derretimento do gelo.

O aumento do nível do mar causado pelo degelo de grandes quantidades de gelo na Antártica e na Groenlândia pode ameaçar ilhas do Pacífico, áreas litorâneas em todo o mundo e cidades como Londres e Buenos Aires.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse neste mês que o aquecimento global, provocado principalmente pela queima de combustíveis fósseis, pode aumentar o nível do mar de 0,5 a 2 metros neste século --mais do que a maioria dos especialistas tem antecipado.

Entre as conclusões, o estudo desta quarta-feira mostra que 81 das 111 geleiras com degelo rápido na Groenlândia têm diminuído a uma velocidade duas vezes mais rápida que áreas de degelo mais lento na mesma altitude.

Matéria extraída de reuters.com.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Honduras... Isso vai longe...

Parece que o episódio envolvendo o presidente de Honduras, Manoel Zelaya, e o governo provisório que agora se instaurou em Honduras está longe do fim. Depois de retornar ao país de surpresa Zelaya foi perseguido pelo governo hondurenho e se refugiou na embaixada brasileira. Ao que tudo indica as conversações estão longe de um início, já o Brasil tenta "fazer a sua parte" nesse episódio e convoca a ONU para a discussão de um problema que parecer uma das maiores crises da américa central...


TEGUCIGALPA (Reuters) - O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, denunciou nesta quarta-feira que o governo interino do país tem um plano para capturá-lo e assassiná-lo, o que incluiria uma invasão à embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde ele se refugiou depois de voltar de surpresa ao país.

A volta de Zelaya esta semana para tentar recuperar o poder em Honduras, quase três meses depois do golpe militar de 28 de junho, que teve apoio de políticos e de membros da elite econômica, gera temores de que haja uma escalada de violência no país centro-americano. Na terça-feira, policiais e militares reprimiram manifestações de seguidores dele.

"Hoje estamos sendo ameaçados... Hoje (quarta-feira) à noite vai-se tomar a embaixada do Brasil", disse Zelaya ao canal venezuelano de TV Telesur, citando informações que teriam sido passadas por uma jornalista desse próprio canal, ligado ao governo esquerdista de Hugo Chávez.

"Supostamente há um plano, seja de captura ou assassinato, (a jornalista) diz que já há até os legistas para declarar que é um suicídio", disse Zelaya.

O governo interino alertou que prenderá Zelaya se ele sair da missão diplomática do Brasil, que por sua vez garantiu a segurança do presidente deposto e alertou os líderes hondurenhos que não aceitará afrontas à sua embaixada. A comunidade internacional pediu calma.

"Advirto à comunidade internacional. Eu, Manuel Zelaya Rosales, filho de Hortênsia e José Manuel, não se suicida. Está vivo, lutando por seus princípios e por seus valores, com firmeza. E prefiro morrer firme que ajoelhado perante esta ditadura. E que isso fique muito claro perante esses tiranos que estão querendo governar este país pelas armas," acrescentou.

Centenas de soldados hondurenhos e policiais antimotim, alguns com máscaras e outros com armas automáticas, cercaram nesta quarta-feira o edifício da embaixada brasileira onde Zelaya se refugiou com sua família e um grupo de cerca de 40 simpatizantes.

O governo brasileiro pediu ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que discuta a pior crise política na América Central em décadas.

O presidente interino, Roberto Micheletti, disse na terça-feira que Zelaya pode ficar na embaixada por "5 ou 10 anos, nós não vemos nenhum inconveniente de ele viver ali", sinalizando que está pronto para uma longa disputa.

Estados Unidos, União Europeia e a Organização dos Estados Americanos tentam o diálogo para restaurar o poder de Zelaya no país. O governo interino de Honduras se recusou a suavizar sua posição contra a tentativa de Zelaya de voltar ao poder.

Zelaya fez um pedido a comunidade internacional, nesta quarta-feira, para que a pressão que está exercendo sobre as autoridades realmente crie resoluções concretas.

(Reportagem de Magdalena Morales)





Extraído de msn.com.br

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Crise reduz emissão de CO2 no planeta

Estudos feitos mostram que com a crise mundial houve a redução de CO2 para a atmosfera reduzindo assim a agressão ao meio-ambiente... Infelizmente parece que o homem só faz o que é certo quando se vê forçado a isso ou quando se vê ameaçado a fazê-lo pois sua vida está em jogo. Quem dera pudéssemos viver em um mundo que não precise disso para agir corretamente no meio em que vive e também com seus semelhantes.

LONDRES (Reuters) - A recessão deve causar a mais profunda queda nas emissões de gases do efeito estufa em 40 anos, segundo uma estimativa divulgada nesta segunda feira, enquanto líderes mundiais seguem rumo a Nova York para tentar romper o impasse sobre a formatação de um novo pacto climático global.

As emissões em todo o mundo de dióxido de carbono, principal gás resultante da ação humana causador do efeito estufa, vão cair cerca de 2,6 por cento em 2009, como resultado da queda da atividade industrial em todo o mundo, informou nesta segunda-feira a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês).

O mundo tem de aproveitar essa queda para conduzir uma luta global contra as mudanças climáticas em vez de permitir que as emissões cresçam novamente, como aconteceu em recessões anteriores, disse Fatih Birol, economista-chefe do IEA, em entrevista à Reuters.

"Esta queda nas emissões e em investimentos em combustíveis fósseis somente terá significado com um acordo em Copenhague, que envie um sinal para investidores na direção do baixo teor de carbono," disse ele, referindo-se à cúpula da ONU em dezembro na capita da Dinamarca.

O mundo se encaminha para definir em dezembro, em Copenhague, um novo e mais rígido pacto climático para substituir o Protocolo de Kyoto depois de 2012, mas as conversações ainda não conclusivas envolvendo 190 países e conduzidas pela ONU.

Na terça-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, realizará uma reunião sobre mudanças climáticas com líderes mundiais na sede da ONU, em Nova York, para fazer deslanchar o processo de negociações.

As negociações estão estancadas na questão da divisão entre países ricos e pobres do quanto de emissões cada parte terá de reduzir até 2020 e, também, em como arrecadar talvez 100 bilhões de dólares por ano para ajudar as nações pobres a combaterem o aquecimento e se adaptarem às consequências das mudanças climáticas, como a elevação das marés e a desertificação.

Alguns especialistas expressaram dúvidas de que a recessão e a queda da produção industriam possam levar a um desenvolvimento mais sustentável.

"Quando os políticos falam sobre crise financeira, tudo que dizem se refere ao retorno do crescimento, o que significa emissões mais elevadas", comentou Paal Prestrud, diretor do Centro Internacional para Pesquisa em Meio ambiente e Clima, em Oslo.

"Temos de reduzir emissões de modo planejado para evitar problemas sociais, e não por meio da recessão", disse.

As emissões de carbono dos EUA vão diminuir 6 por cento este ano, informou a IEA duas semanas atrás, e as da Europa vão cair entre 4 e 5 por cento, disse à Reuters o analista Mark Lewis, da Deutsche.

Em contrapartida, as emissões de carbono e a produção industrial estão crescendo nos países em desenvolvimento, especialmente no maior emissor mundial de carbono, a China, mas o total do planeta vai se reduzir de modo geral, de acordo com a IEA.

"A maior queda (em cerca de 40 anos) foi em 1982, de 1,3 por cento, como resultado de problemas econômicos e preços do petróleo", disse Birol, da IEA. "Calculamos que este ano a redução será o dobro desse número", afirmou ele à Reuters.

"Examinamos país por país nos itens de consumo de energia elétrica, carvão, petróleo e gás no acumulado dos últimos oito meses e meio e estimamos o que poderia acontecer nos próximos três meses", explicou ele, referindo-se às análises da IEA de países membros ou não da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

DE OLHO NA CHINA E NOS EUA

Na cúpula de terça-feira as atenções se voltarão para a China e os EUA, principais emissores, responsáveis por mais de 40 por cento do total mundial, para ajudar no avanço das conversações em Copenhague.

O presidente chinês, Hu Jintao, deve apresentar na cúpula planos para o enfrentamento do aquecimento global. A especulação é de que ele definirá metas para contenção da "intensidade do carbono" -- a quantidade de emissões por unidade de produção econômica --, mas ficará aquém de cortes absolutos em emissões.

E o presidente norte-americano, Barack Obama, terá de convencer o restante do mundo de que os EUA estão sendo sérios na questão do corte de emissões, quando parece improvável que o Senado do país aprove legislação sobre clima até a conferência de Copenhague.

As conversações da ONU estão "perigosamente próximas do impasse", é o que o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso iria dizer nesta segunda-feira, segundo trechos do discurso que faria em Nova York, no qual iria pedir às nações em desenvolvimento que façam mais para obterem apoio financeiro dos países industrializados.

"A conferência corre o risco de se transformarem em um amargo colapso, adiando as ações contra as mudanças climáticas talvez por anos", segundo o trecho do discurso.

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, levantou a possibilidade de que a conferência de Copenhague, prevista para os dias 7 a 18 de dezembro, se transforme em uma cúpula de líderes mundiais.

"Se for necessário para fecharmos um acordo, irei pessoalmente a Copenhague e pedirei aos demais líderes que façam o mesmo," escreveu Brown esta semana em um artigo na revista norte-americana Newsweek.




Extraído de msn.com.br

Os Royalties do Pré-Sal

Devido as descobertas do pré-sal uma questão acabou por se levantar em relação a mesma, o Royalties da exploração dessa área. Contudo parece que o governo brasileiro tem chegado num acordo que será do consenso de todos.  Trata-se da divisão igualitária dos Royalties para todos os Estados da federação. Apesar da idéia ainda não estar "madura", na minha opinião, tem tudo pra dar certo se for realizada de forma séria e sendo muito bem executada.


O grande debate, o que nos domina hoje, é “o que vamos tirar do pré-sal?” Concretamente, o petróleo que está lá nos dá a oportunidade efetiva de libertar o Brasil das restrições externas de uma vez por todas. Ou, se cometermos os erros que estão à espreita, pode nos levar à armadilha do empobrecimento, pensando que a riqueza vem fácil e é inesgotável. Dependendo do tamanho dos erros, esta é a possibilidade de nos acontecer o que ainda acontece com países ricos em petróleo e pobres em instituições e em inteligência.

No caso brasileiro, o interesse maior da discussão atual é saber de que forma vamos fazer a divisão dos benefícios da exploração do petróleo nos anos próximos, quando o recurso estiver sendo extraído dos poços do pré-sal. Antes de qualquer outra consideração, é necessário que prevaleça o federalismo. Significa que nenhum estado pode ser ignorado no momento da distribuição desse bônus submarino que a natureza depositou em frente à costa brasileira.

Um dos ingredientes importantes nessa questão foi lembrado pelo governador Eduardo Campos, de Pernambuco, quando mostrou que não se pode medir ao certo qual é o custo da produção do petróleo para os estados em cujo espaço marítimo ele é extraído. Há uma evidente discriminação em favor dos estados produtores, sem que até agora exista um balanço confiável entre custos e benefícios resultantes da instalação da atividade petroleira. É certo que existem custos, devido em boa parte aos danos ambientais, mas há demonstrações claras de que os benefícios superam em larga margem aqueles inconvenientes que, aliás, são corrigíveis ao longo do próprio processo de produção.

Até agora, ninguém apareceu com argumento sério contrariando a ideia de que o pré-sal pertence a todos os brasileiros. Não há nenhuma razão para que se exclua qualquer um dos estados dos benefícios dos royalties que esta nova produção de óleo e gás vai proporcionar. O atual sistema de distribuição dos royalties deve ser mantido relativamente ao que já está em produção. O que não se deve é desperdiçar a oportunidade de criar um novo processo de modo a garantir a repartição equânime dos resultados do pré-sal para todos os estados brasileiros.

A discussão dos projetos relativos ao marco regulatório do pré-sal, encaminhados pelo presidente Lula ao Congresso Nacional, está apenas no início e, se quisermos recorrer à linguagem dos juristas, não entrou ainda no mérito. As primeiras tentativas de trazer o debate ao campo ideológico não prosperaram. Restaram algumas poucas escaramuças e aparentemente ele caminha para o terreno pragmático, onde se vão explicitar os interesses legítimos dos negócios que o petróleo vai estimular. O Congresso já percebeu (como geralmente acontece) que o desejo da maioria da sociedade é que se discutam as questões objetivas a respeito da exploração do pré-sal. Os desvios de natureza promocional, demagógica ou eleitoreira vão ser percebidos pela sociedade e é muito provável que as reações sejam de repúdio. No final, acredito que os projetos sairão da Câmara dos Deputados com os habituais aperfeiçoamentos e melhores do que entraram.

A contribuição do Legislativo será decisiva para criar o clima favorável à retomada do crescimento. Estamos prestes a sair de um longo período em que o desenvolvimento não se sustentou devido às crises de energia e aos problemas de financiamento externo. Há motivos suficientes para acreditar que a próxima geração de brasileiros deverá beneficiar-se de um crescimento bastante robusto, com suficiente oferta de energia para sustentá-lo e musculatura para rebater as crises externas. Isso nos dará condições de concentrar nossos esforços na correção das desigualdades regionais e no aperfeiçoamento da federação. Governos moderadamente inteligentes podem direcionar o investimento público e induzir os investimentos privados para recuperar e ampliar a infraestrutura de modo a acelerar a integração de nosso imenso território e a incorporar suas populações ao desenvolvimento brasileiro.

Matéria extraída de cartacapital.com.br

É inaceitavel que isto ainda aconteça nos dias de hoje

A comissão das Nações Unidas montada para investigar as operações bélicas israelenses durante os 22 dias de ataques a Gaza e no seu entorno concluiu os seus trabalhos, que serão analisados até o fim de setembro pela ONU. O relatório tem 575 páginas e vem instruído com 188 testemunhos, 1,2 mil fotografias e 10 mil páginas de documentos recolhidos em cinco meses de investigações.

Segundo a comissão, o exército de Israel, nos ataques ocorridos durante a chamada Operação Chumbo Derretido, entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009, excederam, à luz do direito internacional, os limites da legítima defesa e consumaram crimes de guerra. Em alguns casos, a comissão não descarta a caracterização de crimes contra a humanidade.

Para a comissão, as milícias do Hamas também consumaram crimes de guerra e prováveis ilícitos contra a humanidade, ao arremessarem, durante longo período, foguetes Qassam (levam o nome de um falecido combatente palestino), cujas explosões resultaram na morte de mais de uma dezena de civis israelense
O relatório fala não só da desproporcional reação de Israel, mas de ataques sem observância das regras de segurança estabelecidas no direito internacional e atesta o emprego, nas bombas, do proibido, incendiário e desumano fósforo branco. No particular, foram atingidos, além de instalação da ONU destinada a abrigar refugiados palestinos, os repletos hospitais palestinos de Al-Quds e Al-Wafa.

Os trabalhos da comissão foram conduzidos pelo professor sul-africano Richard -Goldstone, um hebreu que já atuara como promotor das cortes das Nações Unidas para os genocídios, crimes humanitários e de guerra na ex-Iugoslávia e em Ruanda. Goldstone destacou-se como juiz na Corte Constitucional da África do Sul pós-apartheid, tendo, pela ONU, trabalhado em comissões voltadas a investigar massacres no Kosovo, nazistas na Argentina e fraudes nos programas da ONU e no Iraque, durante o embargo, e consistente na troca de petróleo por alimentos.

O balanço do número de mortos no conflito fala por si, no que toca à desproporcional reação: mais de 1.300 palestinos ante 13 israelenses. Dentre os palestinos, mais de 70% eram civis. Goldstone observou: “Sou um hebreu e mantenho ligações com Israel. Mas sou um hebreu profundamente indignado com o ocorrido no conflito”.

Extraído de cartacapital.com.br


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Cinema, Pipoca e Geografia! - Narradores de Javé


Muito se fala sob os problemas referentes a construção de barragens para hidrelétricas. O filme narradores de Javé toca em um desses problemas, que se trata da remoção das pessoas para a construção da mesma. De uma forma até cômica o filme aborda este problema retratando a luta de um povo que habita um vilarejo que será totalmente inundado pela contrução de uma barragem e que tenta impedir este acontecimento. Apesar do filme não ser dos melhores, ele dá um panorama razoavél sobre esta situação e vale sempre a pena conferir

A "polícia do mundo" sob nova roupagem...

Muito sempre se falou dessa história dos E.U.A. assumir essa postura incoveniente de "polícia do mundo" baseados em seu poderio bélico-econômico. Como resultado dessa postura, o mundo assistiu a invasões, guerras, perseguições e várias outras atrocidades. Tal postura ficou bastante em evidência na Era Bush com as invasões ao Iraque e ao Afeganistão por exemplo, em nome do "combate ao terrorismo". Pois bem agora com o governo Bush fora (Graças a Deus) e Obama no poder, os E.U.A. adquiriram uma nova roupagem em praticamente tudo, até mesmo nessa postura de polícia do mundo que parece que ainda permanece só que agora sob as roupagens da conversação e da diplomacia. Pelo menos no que tange a questão entre Israelenses e Palestinos...



CAIRO (Reuters) - O enviado especial dos EUA, George Mitchell, reuniu-se nesta quinta-feira com o presidente do Egito, Hosni Mubarak, para tentar promover a retomada do processo de paz entre árabes e israelenses.

O chanceler Ahmed Aboul Gheit e o chefe de inteligência Omar Suleiman também participaram do encontro, que durou mais de duas horas.

"Reiteramos o compromisso comum dos Estados Unidos e do Egito com uma paz abrangente no Oriente Médio, incluindo o fim do conflito israelo-palestino baseado em uma solução com dois Estados," disse Mitchell após a reunião.

"Os Estados Unidos estão pedindo a todas as partes --israelenses, palestinos e Estados árabes-- que assumam a responsabilidade pela paz por meio de ações concretas que ajudem a criar um contexto positivo para o relançamento das negociações."

Mitchell se reunira na quarta-feira com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e voltará a se encontrar com ele na sexta-feira, para tentar convencer o Estado judeu a paralisar a expansão dos seus assentamentos na Cisjordânia.

Na agenda de Mitchell consta também um encontro com o rei Abdullah, da Jordânia.

Mitchell não quis confirmar se haverá um encontro entre o presidente dos EUA, Barack Obama, o premiê Netanyahu e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, durante a sessão deste mês da Assembleia Geral da ONU.

Abbas condiciona a retomada do processo de paz à paralisação dos assentamentos. Netanyahu aceita apenas uma limitação temporária nessa expansão, mas diz que os projetos já em andamento serão mantidos.

matéria extraída de msn.com.br

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Energia Heólica...

Tida como um tipo de energia "cara" a energia heólica andou atravessou os anos como um projeto engavetado, mas ao que tudo indica parece que a energia heólica tem tudo para ser uma das matrizes energéticas principais do Brasil futuramente.


Muito sempre se discutiu a cerca desse tema da exploração da energia heólica do Brasil por fatos aos quais podem-se destacar a mesma como sendo uma energia limpa, ou seja que não agride a atmosfera; as implicações em sua instalação, anteriormente mencionada como uma energia "cara". Mas ao que parece estudos da Eletrobrás divulgaram que investir na energia heólica pode ser um passo que deve ser encorajado a ser dado no país... Espero sinceramente que isso não fique só nos "estudos" e que de fato seja posto em prática



Um estudo elaborado pela Eletrobrás – cuja íntegra será divulgada só em novembro – pode contribuir decisivamente para impulsionar o uso de energia eólica no Brasil. Sua aplicação sempre foi considerada “cara”, mas o levantamento feito pela estatal prova o contrário: a energia eólica é mais barata que as usinas térmicas a gás e a diesel. 

O investimento inicial é alto, mas bastam dez dias para ele começar a ser mais compensador do que o investimento feito em energia térmica. E o estudo ainda demonstra que a geração de energia eólica precisa de dois meses para ficar mais barata do que aquela gerada por outras fontes. 

Será que esta constatação feita pela própria Eletrobrás vai finalmente incentivar a elaboração de um plano de longo prazo para utilização em larga escala da energia eólica? 

Atualmente, ela representa menos de 1% da matriz energética nacional, com potência instalada de 547 megawatts / ano. As usinas localizam-se principalmente no Nordeste e no sul do país, locais onde o regime de ventos é mais propício a este tipo de atividade. Até o final de 2010, estima-se que o potencial instalado chega a 1300 megawatts /ano. A capacidade instalada no Brasil hoje é de pouco mais de 100 mil megawatts e vai chegar a 130 mil megawatts em 2013. 

A hidreletricidade representa, hoje, com 80% da matriz energética. Os restantes 20% estão divididos entre usinas térmicas a carvão, diesel e gás, (12%), pequenas centrais e fontes alternativas (8%). 

Antes da divulgação deste estudo, previa-se para 2013, o crescimento das térmicas tradicionais de 12 para 21% na participação da matriz; e de 4,5% das pequenas centrais – cuja geração virá da biomassa. As hidrelétricas tradicionais deverão recuar sua participação para 69% e a energia eólica deverá manter seu percentual de participação em torno de 1%. 

Estes dados são preocupantes porque mostra uma tendência de “sujar” a matriz energética, justamente num momento em que é preciso investir alto em fontes que nos levem a uma economia de baixo carbono. Se as usinas têm baixo custo de instalação, sua manutenção é cara e tende a se tornar cada vez mais cara, porque será preciso controlar as emissões de poluentes. Por sua vez, como mostra o estudo da Eletrobrás, a energia eólica é uma alternativa competitiva e que, até o momento, não está sendo considerada com o devido cuidado. 

Se todo o potencial eólico brasileiro fosse convertido em energia, teríamos a geração de 272 terawatts / hora por ano (1 terawatt = 1 trilhão de watts), ou a metade do nosso consumo anual. 


E mais: nossos períodos de seca, quando os reservatórios estão baixos, coincidem com as épocas nas quais os melhores ventos sopram por aqui. Assim, se tivéssemos usinas eólicas instaladas à força plena, poderíamos usá-las, em vez de queimar combustível e sujar o meio ambiente com as térmicas (a opção disponível para estas ocasiões). 

Este estudo da Eletrobrás apontou outra dificuldade, além do custo, para a aplicação em larga escala da energia eólica no país: a falta de cultura sobre o tema. A sociedade não se preocupa com as questões vinculadas à energia – a não ser quando precisa economizar – e, no caso específico da eólica, os engenheiros, pesquisadores e outros especialistas sobre o tema acabam deixando o país para trabalhar em outros lugares. Assim, um programa não avança porque a tecnologia é cara. A tecnologia é cara porque não há incentivo à pesquisa. Sem pesquisa, não há pesquisadores e vamos queimando diesel em arcaicas usinas térmicas (de fato, qualquer máquina a combustível fóssil será também fóssil em breve!). 

Não é de uma hora para outra que vamos prescindir das termelétricas. Mas é preciso planejar a obsolescência delas ao mesmo tempo em que se instalam as novas usinas eólicas. Esta mudança implica levantamento minucioso de custos e também uma “licença social” para ocorrer, já que será preciso descontinuar cadeias produtivas antigas em favor de outras voltadas para a energia alternativa. Como fazer isso de maneira sustentável e democrática, levando em conta os interesses de todas as partes envolvidas? 

Peter Senge, chefe do Centro de Aprendizagem do MIT, nos EUA, e autor de “A Quinta Disciplina”, lançou recentemente um livro para tratar justamente de como empresas, governos e sociedade civil podem estimular a busca por tecnologias que não agridam o meio ambiente. “A Revolução Necessária” - este é o nome do livro – prega que as soluções precisam ser construídas com trabalho conjunto em todos os níveis, em equipes que reúnam indústrias, comunidades e cadeias de abastecimento globais, para que realmente funcionem a favor da sustentabilidade. Senge cita o exemplo do governo americano que estabeleceu por decreto a utilização do milho para fabricar etanol, como forma de diminuir a dependência do país em relação ao petróleo. A decisão acarretou um forte impacto na agricultura e nos negócios agrícolas em todo o mundo. “Não seria mais indicado firmar parcerias com empresas e universidades para buscar uma alternativa realmente sustentável?”, pergunta Senge. 

Na questão do uso da energia eólica, e em outros que envolvem o desenvolvimento sustentável, o dilema da transição é o mesmo descrito por Senge: estabelecer parcerias que trabalhem para criar o mundo novo de que tanto necessitamos. 


Matéria extraída de cartacapital.com.br

Poder paralelo x Poder do Estado

A cada dia vemos demosntrações de afrontamento entre o dito poder paralelo e o Estado. O caso mais flagrante atualmente vem ocorrendo na Bahia onde a transferência de um preso para uma cadeia de segurança máxima em outro Estado tem causado protestos por parte do poder paralelo que o faz através de atos de vandalismo e ações intimidadoras como metralhar carros de polícia... Infelizmente atos como esse se tornam cada vez mais comuns e cabe ao governo contornar isso da melhor forma possível sem que nenhum cidadão de bem se machuque, mas que isso seja feito o mais rápido possível pois do jeito para o qual as coisas caminham parece que o dito poder paralelo começa a levar ligeira vantagem nessa disputa...








Os graves problemas na área de segurança pública continuam a amedrontar os baianos. Desde a segunda-feira 7 de setembro, onze postos policiais foram destruídos e doze ônibus urbanos incendiados em Salvador a mando de bandidos insatisfeitos com a transferência do líder traficante Claudio Campanha para um presídio de segurança máxima em Campo Grande (MS).

A suspeita do governo de Jaques Wagner é que a ordem tenha sido dada por celulares de dentro dos presídios. A polícia chegou a apreender dezesseis aparelhos com os presos da Unidade Especial Disciplinar, penitenciária de segurança criada em 2005 justamente para abrigar os detentos mais perigosos. Após quatro dias de ataques, o governador cogitava a possibilidade de pedir auxílio à Força de Segurança Nacional.

Segundo alguns analistas, a estratégia de Wagner de desmontar o tráfico na Bahia com a transferência dos líderes para presídios em outros estados tem se mostrado uma faca de dois gumes. Se, por um lado, é uma demonstração de força, por outro, causou, dentro das penitenciárias, apenas um revezamento no comando dos grupos. Seriam esses novos chefes que estariam ordenando os ataques. 



matéria extraída de cartacapital.com.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

E se fosse o Lula ?

Mesmo sob uma onda de denúncias, que por sinal não irá acabar tão cedo, foi dado o sinal verde para que o presidente Uribe pudesse concorrer ao seu terceiro mandato. Tal aprovação está sob suspeita de corrupção dos parlamentares que aprovaram este "sinal verde". Engraçado... Se é aqui no Brasil com o Lula, será que seria recebido da mesma forma pelo mundo, ou seja, com essa naturalidade toda ? DUVIDO!



A maioria da bancada uribista estava sendo investigada, com dois deputados condenados por aceitar suborno para aprovar o segundo mandato em 2005, quando a Câmara deu a Álvaro Uribe, por margem de um só voto, o sinal verde para concorrer ao terceiro mandato. Agora multiplicam-se novas denúncias.

No mesmo dia da votação, foram detidos quatro senadores que teriam aceitado dinheiro na sua vez de votar, há três semanas. Um deles tinha em casa meio milhão de dólares cuja origem não pôde explicar. O financiamento da coleta de assinaturas é suspeito. Os deputados da oposição estiveram sendo grampeados, conta a revista colombiana Semana.

Mas os leitores de jornais no Brasil não precisam ter dúvidas. Se a esquerda adere à onda do segundo mandato é “caudilhismo puro e duro”, mas quando se trata de um governante “sem apelo popular”, como seria o caso de FHC e Carlos Menem, isso é outra coisa.



Matéria extraída de cartacapital.com.br

Reconhecimento ainda que tardio

Foi inaugurado na Alemanha mais um monumento em homenagem aos "desertores" do exército nazista. Na minha opinião uma homenagem justa aqueles que se recusaram a participar desta carnificina descerebrada que foi o regime nazista. Desrtores não, com toda certeza eles foram HERÓIS!




Quando se recusou a matar um civil russo em Vinitza, na Ucrânia, em 1944, Peter Rosellen deve ter mantido a mesma postura rígida que assumiu agora, escondendo o sorriso e posando para uma foto no centro da cidade alemã de Colônia. “Atire você!”, respondeu, na ocasião, ao oficial da Wehrmacht, o exército de Adolf Hitler.

Mas a primeira condenação à morte pela Justiça Militar nazista só veio meses depois, quando a tropa da qual Rosellen fazia parte foi assaltada por guerrilheiros na Polônia. O ex-soldado conta que foi incluído na lista de traidores da pátria por não enfrentar, com a sede de sangue determinada pelo Führer, o movimento de resistência polonês, que infligiu importantes derrotas aos nazistas.

A pena de morte de Rosellen foi amenizada para quinze anos de prisão. O então garoto de 19 anos fugiu a caminho do cárcere. Preso novamente por deserção, foi transferido várias vezes até chegar à prisão de Torgau (leste da Alemanha), sede de um presídio da Wehrmacht. A segunda pena de morte de Rosellen foi transformada em um teste para ver se o desertor poderia ser reintegrado. Ele foi enviado a Praga – e fugiu novamente no caminho. Chegou a Karlsbad (sudoeste) escondido a bordo de um caminhão. De lá, roubou uma bicicleta – e pedalou 600 quilômetros até chegar a Colônia (noroeste), sua cidade natal.

Na terça-feira 1º de setembro, exatamente 70 anos depois do início da Segunda Guerra Mundial, Rosellen enfrentou a chuva de verão no centro de Colônia para prestigiar a inauguração de um memorial em homenagem aos desertores da Wehrmacht. Ao longo de 8 metros, pilares de alumínio sustentam um telhado de letras coloridas, que formam a frase aparentemente interminável a 3 metros do solo:Homenagem aos soldados que se recusaram a atirar nos soldados que se recusaram a atirar (...) nas pessoas que se recusaram a matar...
A obra chama pouca atenção na saída do metrô Appellhofplatz, próxima ao centro de Colônia. O artista suíço Ruedi Baur, que desenhou o sistema de orientação dos visitantes no Centre Pompidou, em Paris, queria que o memorial se integrasse à paisagem do cruzamento, surpreendendo assim os transeuntes curiosos. A localização é simbólica: fica do outro lado da rua do Centro de Documentação do Nazismo de Colônia. A Gestapo, polícia política de Hitler, torturava desertores e outros detentos no porão do prédio, hoje aberto a visitantes.

Colônia é a primeira cidade da Alemanha a financiar uma homenagem aos cidadãos que se recusaram a executar as ordens militares nazistas. Existem dezesseis monumentos desse tipo no país, mas, por causa da polêmica em torno dos “traidores”, a maioria foi erguida em propriedades privadas ou terrenos de igrejas. A execução do projeto custou 80 mil euros.

Aos 84 anos, Peter Rosellen acha que um monumento desses tardou a ser erguido. Durante a cerimônia de inauguração, ele ficou sentado em um palco diante do Centro de Documentação do Nazismo. Dezenas de pessoas abriram guarda-chuvas para assistir aos discursos de uma subprefeita de Colônia e de outras personalidades locais. Mas não vieram para ver os políticos. Tampouco Rosellen é a estrela da noite. O discurso mais aguardado é o de Ludwig Baumann.

O fundador da chamada União Nacional das Vítimas da Justiça Militar Nazista verifica o celular, ajeita o aparelho de audição e os óculos quadrados. Chega perto do microfone. Já contou a sua história centenas de vezes e repete, quase de cor, o testemunho publicado no website do Centro de Documentação do Nazismo, entre outros. “Meu amigo Kurt Oldenburg e eu fugimos do exército em 1942. Fomos presos na fronteira francesa e condenados à morte em Bordeaux. Nos torturaram durante o interrogatório e na cela da morte, porque não revelamos os nomes dos amigos franceses que nos ajudaram.”

A sentença de morte de Baumann foi anulada depois de sete semanas de martírio, mas o desertor não ficou sabendo por não ter denunciado os amigos. Ficou dez meses preso, esperando para morrer. “Fui amarrado nas mãos e nos pés, e a cada troca de guarda achava que iam nos tirar dali. Foi um terror, um trauma que me persegue até hoje.” Ele mergulhou no alcoolismo depois do fim da Guerra.

Faz tempo que Baumann luta pelo reconhecimento dos desertores como vítimas do regime nazista. Em 1990, fundou a União das Vítimas em Bremen (norte), onde mora. A sede da associação é o seu apartamento. “A deserção sempre tem uma conotação negativa, isso fica no seu registro para sempre. Por muito tempo, fomos discriminados, até ameaçados. Não tínhamos dignidade. E não dá para viver sem dignidade. Também demorou até que pudéssemos fundar a associação. Éramos 37 velhos, havia uma mulher, éramos muito frágeis, estávamos acabados”, afirma.

Para a imprensa alemã, as autoridades políticas e em discursos formais, o senhor de 88 anos repete que o memorial em Colônia é um sonho realizado tardiamente. Como a anulação das sentenças proferidas pela Justiça Militar nazista para os desertores. Em 2002, o Bundestag (Parlamento alemão) aprovou uma lei que invalidou, de forma geral, os veredictos dos tribunais nazistas, considerados injustos. Uma vitória para o empenho de Baumann... A má notícia, no entanto, é que os deputados não anularam as condenações pela chamada “traição da guerra” dos desertores – um grupo que inclui Baumann. “E isso, apesar de dois terços das sentenças serem ‘nossas’. Mais de 30 mil sentenças de morte foram proferidas, 20 mil delas foram executadas. E há mais de 100 mil desertores que não sobreviveram aos campos de concentração”, enumera o ex-soldado.

Baumann rebate o argumento da política, de que perdoar desertores desmoraliza a tarefa de defesa da Bundeswehr, o exército alemão fundado após a Segunda Guerra Mundial. Ele também atualiza a questão, citando a controversa presença de soldados alemães no Afeganistão – uma missão que, na origem, não tinha fins de combate. “O que estamos procurando lá, o que significa ‘defender os nossos interesses militares no Afeganistão’?” Baumann é aplaudido pela plateia, que vai fechando os guarda-chuvas.

Na terça-feira 8, o “desertor” poderá realizar mais um sonho tardio. O Bundestag deverá anular as sentenças para os chamados “traidores da guerra”. Uma vitória agridoce. “Sou o último sobrevivente da associação que eu criei. Os outros não viveram para ver isso.”



Matéria extraída de cartacapital.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Mais uma vitória no mercado externo

Desde que disputa o mercado mundial de gêneros alimentícios com os outros países o Brasil vem sofrendo com subsídios e taxas alfandegárias absurdamente altas que desfaorecem os produtos brasileiros no mercado externo quando a  questão se refere a um preço competitivo. Fato que inclusive foi umas das peças chave para a não consolidação da ALCA (Graças a Deus!). Contudo, o Brasil acaba de ganhar um parecer favorável da ONU no que tange a compensação de seus produtos, neste caso o algodão, frente aos subsídios norte-americanos na venda dos mesmos no mercado norte-americano. Aos poucos parece que o país vai encontrando maneiras de vencer estes obstáculos chamados subsídios fiscais...




OMC aprova compensação a Brasil em disputa de algodão com EUA





GENEBRA, 31 de agosto (Reuters) - A Organização Mundial de Comércio (OMC) aprovou uma compensação ao Brasil em sua disputa com os Estados Unidos sobre subsídios ao algodão norte-americano, informou um representante do governo brasileiro neste segunda-feira.

Contudo, a determinação do painel de arbitragem da OMC, permitindo ao Brasil retaliar contra os Estados Unidos, é tão complexa que autoridades ainda estão tentando calcular as implicações exatas, afirmou ele.

"Para ser franco é um dossiê denso e ainda estamos tentando compreender qual é o teor", disse o representante, na condição de anonimato.

A OMC deve publicar a decisão às 10h (horário de Brasília).

O Brasil pretendia obter 2,5 bilhões de dólares anuais em sanções comerciais retaliatórias --o que normalmente seria na forma de tarifas adicionais sobre importações de bens norte-americanos--, mas os Estados Unidos disseram que um número de 20 a 30 milhões de dólares era o apropriado.

Além do tamanho da compensação, uma importante questão é se o Brasil poderá mirar serviços ou propriedade intelectual dos Estados Unidos, suspendendo por exemplo direitos autorais sobre músicas ou filmes norte-americanos, já que o Brasil importa pouco algodão do país e sua economia pode sofrer caso sanções sejam impostas aos bens manufaturados norte-americanos.

(Reportagem de Jonathan Lynn)

Matéria extraída de msn.com.br

Pré-Sal


Bom com toda essa festa que se tem feito em cima do pré-sal me parece que algo anda esquecido mas que com certeza estampará capas de jornais de revistas em pouco tempo, a briga pelos Royalties do petróleo. Não duvido que demore muito para que o presidente Lula e o governador Sérgio Cabral começem a "discutir" sobre esses tais Royalties. Resta-nos saber agora o rumo que essas conversações irão tomar, apontaria para um impasse que mais se tornará um embrólio...



Hoje é um novo "dia da independência", diz Lula





O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que este 31 de agosto, dia do anúncio do marco regulatório da exploração de petróleo da camada pré-sal, representa "um novo dia da independência do Brasil". As descobertas, destacou no programa de rádio "Café com o Presidente", colocam o País entre os maiores produtores de petróleo do mundo. A proposta de regulamentação será apresentada publicamente hoje à tarde e enviada ao Congresso.

O Brasil, disse Lula, precisa aproveitar, fazer o marco regulatório, para que a Petrobras possa ficar mais "forte", para que a "União possa ser dona do petróleo, para que a gente possa criar um fundo para melhorar a vida do povo". Esse fundo, reiterou, "será para cuidar da educação, de ciência e tecnologia e da pobreza neste País".

A intenção, disse Lula, é utilizar o petróleo e fazer o Brasil se tornar "mais rico, mais desenvolvido do ponto de vista científico e tecnológico e das políticas sociais do governo". Lula reafirmou a intenção de exportar derivados de petróleo e defendeu uma grande indústria petrolífera. "Precisamos ter mais estaleiros, precisamos construir as plataformas aqui, as sondas aqui. Por isso é que nós precisamos fazer com que o Brasil se transforme numa grande nação, construindo um polo petroquímico muito grande."

O pré-sal é uma camada de reservatórios que se encontram no subsolo do litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, ao longo de 800 quilômetros, em lâmina dágua que varia entre 1,5 mil e 3 mil metros de profundidade e soterramento (área do subsolo marinho que terá de ser perfurada) entre 3 mil e 4 mil metros.

Matéria extraída do site msn.com.br

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Do "Dividir para conquistar" ao "Destruir para modernizar"

Os anos passam, as tecnologias mudam e o ser humano "evolui" cada vez mais, enfim o tempo não para  e com ele o homem também não. Contudo parece que as mudanças e transformações que o homem vem realizando no meio em que vive e até mesmo na relação com outros seres humanos parece viver seus tempos de crise nos quais até a própria Terra dá sinais de que algo precisa ser feito e com extrema urgência.


Motivado cegamente por um capitalismo selvagem e exploratório, homens vem subjulgando seus semelhantes e até mesmo a própria natureza em busca do maldito lucro, do dinheiro a preço de sangue e destruição. Ganâncias que vem manchando não só a própria história do homem mas também provocam cicatrizes enormes em nosso planeta.


Basta olhar ao redor e na história do homem que se notam os fatos dessa destruição desenfreada e que só causou alarde na década de 70 e mesmo assim com a relutância inicial de muitos países em aceitar isso. O homem vem desenfreadamente explorando a terra e seus semelhantes e o que não faltam são exemplos disso como a "partilha da África" onde homens gananciosos trataram o continente como se fosse uma pizza e a dividiram ao seu gosto ignorando completamente as diferenças existentes entres os habitantes do mesmo. Explorando tantos seus moradores quanto suas terras de forma brutal, sanguinária e monstruosa, deixando lá um rastro de pobreza e miséria que assolam a região, aos quais agora estes exploradores fecham os olhos.


Com o passar dos anos o "dividir para conquistar" comandou a exploração dos homens que a faziam de foram desenfreada tratando a natureza como recurso infinito e seus semelhantes como se fossem máquinas cuja única utilidade é a mão de obra que possuem. Contudo, nota-se que ao longo dos anos parece que houveam mudanças e esta questão da exploração vem sendo combatida com certa intetnsidade...


Porém, apesar de todos os combates a este tipo ode atrocidade, o passar dos anos levou a ganância, a exploração e o sofrimento a se camuflar em uma nova bandeira, um novo lema que teve como herança esete maldito "dividir para conquistar", que é a "modernização".


Entenda-se aqui a modernização como uma panacéia utilizada pelo homem para continuar explorando e agredindo seus semelhantes e o planeta onde habita. Em nome dessa tal modernidade condomínios de luxos foram construídos, a construção de indústrias foram largamente impulsionada assim como a fabricação de carros, etc...


Contudo, meios de comunicação anunciam quase que constantemente que há condomínios que possuem ligações clandestinas de esgoto - algo que acontece muito aqui no Estado do RJ, principalmente no que tange a despejos in natura de esgotos na Baía de Guanabara, Lagoa Rodrigo de Freitas e de Jacarepagua assim como tantas outras - o que se extende também as indútrias e seus dejetos. Sem falar nos carros que ocupam um espaço enorme, passam 85% de sua vida útil inutilizados, além de poluírem em grande quantidades e terem vida útil curta.


Perceba, caro leitor, que a minha intenção aqui não é criticar a modernização em sim, acho que a mesma realmente trouxe verdadeiros avanços a humanidade, mas temos que perceber que em essencia alguns aspectos dela foram simplesmente ignorados e hoje em dia, em decorrência disto, noticias como aquecimento global, poluição e degradação acelerada do meio ambiente como outros, são amplamente discutidos pelo mundo inteiro. Mas a essência do problema em si parece ser deixada de lado, que é esse desejo consumista cada vez mais irraizado nas pessoas que o fazem desesperadamente na pura e simples intenção de "acompanhar a evolução das coisas" assim, trocam de carro diversas vezes e consomem diversas coisas que talvez nem tenham de fato utilidade para sua existência pela simples razão de consumir para estar "na moda".


Mudam-se as bandeiras mas em essência é a mesma coisa de sempre, lucro a qualquer custo ! mesmo que este custo seja os recursos oferecidos pela Terra, mesmo que este custo seja o sangue das pessoas, mesmo que este custo seja em caso mais extremo uma possível extinção da vida no planeta e até mesmo do próprio planeta...