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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A "polícia do mundo" sob nova roupagem...

Muito sempre se falou dessa história dos E.U.A. assumir essa postura incoveniente de "polícia do mundo" baseados em seu poderio bélico-econômico. Como resultado dessa postura, o mundo assistiu a invasões, guerras, perseguições e várias outras atrocidades. Tal postura ficou bastante em evidência na Era Bush com as invasões ao Iraque e ao Afeganistão por exemplo, em nome do "combate ao terrorismo". Pois bem agora com o governo Bush fora (Graças a Deus) e Obama no poder, os E.U.A. adquiriram uma nova roupagem em praticamente tudo, até mesmo nessa postura de polícia do mundo que parece que ainda permanece só que agora sob as roupagens da conversação e da diplomacia. Pelo menos no que tange a questão entre Israelenses e Palestinos...



CAIRO (Reuters) - O enviado especial dos EUA, George Mitchell, reuniu-se nesta quinta-feira com o presidente do Egito, Hosni Mubarak, para tentar promover a retomada do processo de paz entre árabes e israelenses.

O chanceler Ahmed Aboul Gheit e o chefe de inteligência Omar Suleiman também participaram do encontro, que durou mais de duas horas.

"Reiteramos o compromisso comum dos Estados Unidos e do Egito com uma paz abrangente no Oriente Médio, incluindo o fim do conflito israelo-palestino baseado em uma solução com dois Estados," disse Mitchell após a reunião.

"Os Estados Unidos estão pedindo a todas as partes --israelenses, palestinos e Estados árabes-- que assumam a responsabilidade pela paz por meio de ações concretas que ajudem a criar um contexto positivo para o relançamento das negociações."

Mitchell se reunira na quarta-feira com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e voltará a se encontrar com ele na sexta-feira, para tentar convencer o Estado judeu a paralisar a expansão dos seus assentamentos na Cisjordânia.

Na agenda de Mitchell consta também um encontro com o rei Abdullah, da Jordânia.

Mitchell não quis confirmar se haverá um encontro entre o presidente dos EUA, Barack Obama, o premiê Netanyahu e o presidente palestino, Mahmoud Abbas, durante a sessão deste mês da Assembleia Geral da ONU.

Abbas condiciona a retomada do processo de paz à paralisação dos assentamentos. Netanyahu aceita apenas uma limitação temporária nessa expansão, mas diz que os projetos já em andamento serão mantidos.

matéria extraída de msn.com.br

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