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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Cinema, Pipoca e Geografia! - A Ilha

A Ilha


O indicação de hoje está baseada em questões que muitos autores defendem como a 4ª Revolução Industrial, abrangendo a robótica e bio-genética. Em vista deste assunto a recomendação de hoje trata-se do filme " A Ilha" que aborda, através de uma história e um enredo muito bem contados e desenvolvidos, até onde o homem é capaz de chegar lidando com a bio-genética fazendo o que muitos chamam de "brincar de Deus". É um filme muito bom e com um final muito bem montado. Vale muito apena conferir !!!!!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Cinema, Pipoca e Geografia! - Erin Brockovich

filme



Em clima de COP 15 a recomendação dessa vez trata-se de um vídeo estrelado por Julia Roberts. "Erin Brockovich - Uma mulher de talento", conta a história verídica de uma mulher que investiga um caso por contaminação de água em um local e luta na justiça pela indenização desses moradores que sofrem de doenças por decorrência desta contaminação. É um filme muito bom e nos faz refletir sobre como o homem trata a natureza, pelo menos até meados dos anos 70 mas que mesmo assim ainda há lugares onde a natureza é explorada inconsequentemente. As consequências de atos como esse são vistas claramente nos dias atuais e discutidas em fóruns mundiais como a COP 15.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

E o Ping-Pong na COP 15 quase leva conferência a colapso

Como fora dito em post anterior há um não-declarado jogo de empurra na COP 15 entre o países que fazem parte da mesma e que tomou proporções sérias com a ameaça de retirada das delegações africanas do evento que acusavam o países do chamado anexo I de desvirtuarem as conversas sobre o tratado além de desconsiderar as ponderações feitas pela delegação. Já vi que esse ping pong vai longe..

COPENHAGUE (Reuters) - Os países africanos disseram que retornarão às negociações sobre o clima em Copenhague nesta segunda-feira, permitindo a retomada das conversas após conseguirem garantias de que a conferência colocará mais foco na prorrogação do Protocolo de Kyoto.

"Vamos voltar", disse Pa Ousman Jarju, da delegação de Gâmbia, à Reuters.

Mais cedo, os africanos paralisaram a principal sessão de negociações ao se retirarem em protesto. Para eles, os países ricos querem matar o Protocolo de Kyoto.

A sessão visa quebrar o impasse em questões-chave, quatro dias antes de 110 líderes mundiais buscarem um acordo para limitar o aquecimento global que, segundo cientistas, pode provocar mais ondas de calor, enchentes e elevação nos níveis dos oceanos.

Além de acusar os países ricos de quererem matar Kyoto, as nações africanas afirmavam que os contornos das conversas programadas para esta segunda-feira não incluiriam as preocupações expressas por elas.

Em entrevista coletiva, Kamel Djemouai, autoridade argelina que encabeça o grupo africana, chegou a acusar os países ricos de buscarem o "colapso" das negociações entre 192 países.

Os países em desenvolvimento querem a prorrogação de Kyoto, que obriga os países ricos, exceto os Estados Unidos, a reduzir a emissão de gases-estufa até 2012 e, ao mesmo tempo, elaborar outro acordo para as nações em desenvolvimento.

Mas a maioria dos países ricos querem unir o Protocolo de Kyoto, de 1997, com um novo acordo com obrigações para todos no combate ao aquecimento global.

"Precisamos de um resultado em duas vias", disse Djemouai, que usava um broche em seu paletó com o termo "Kyoto Yes" (Kyoto Sim).

A maioria dos países em desenvolvimento prefere uma solução de via única, principalmente porque os Estados Unidos, segundo maior emissor mundial de gases-estufa, estão fora do Protocolo de Kyoto. Eles temem que uma solução de duas vias faça com que os Estados Unidos fiquem num regime menos rígido, ao lado de grandes países em desenvolvimento.

Extraído de msn.com.br

Brasil, Eua e Honduras

Ao que parece o discurso entre os EUA e o Brasil em relação a Honduras parece ter se estreitado mais um pouco. Ambos os países concordam que só a eleição não demonstra que está tudo resolvido; o gonerno brasileiro vai mais fundo e diz não reconhecer como legítima a eleição ocorrida em setembro ao passo que os americanos a legitimam; o que constitui ai o ponto de cisão entre ambos, levando muitos a dizer que agora Lula não era mais "O Cara" para Obama.

BRASÍLIA (Reuters) - O governo brasileiro minimizou nesta segunda-feira as diferenças com os EUA sobre a crise de Honduras e afirmou que ambos concordam que a eleição presidencial de novembro é insuficiente para que haja uma reconciliação no país da América Central.

O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, afirmou ainda que Brasil e Estados Unidos defendem que o presidente deposto Manuel Zelaya, desde setembro abrigado na embaixada do Brasil, possa deixar Honduras em segurança.

"Nós temos uma pequena diferença de apreciação sobre os efeitos da eleição. Mas coincidimos em algo: a eleição tanto para o governo dos EUA como para o governo brasileiro não é condição suficiente para normalização democrática", disse Garcia após encontro com Arturo Valenzuela, secretário assistente para Assuntos do Hemisfério Ocidental dos EUA.

Ao contrário de Washington, o governo brasileiro não reconhece a legitimidade da eleição presidencial de Honduras no mês passado.

Segundo o assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Brasil e EUA exigem uma passagem segura para o presidente deposto Zelaya deixar Honduras e que o líder do governo de facto, Roberto Micheletti, deixe o poder.

"Nós achamos que o presidente (de facto) Micheletti deve partir, é o primeiro passo importante", afirmou. "E seria fundamental também que pudesse ser concedido um salvo-conduto ou qualquer outro instrumento que permitisse ao presidente Zelaya ir adiante", afirmou Garcia.

O governo brasileiro havia alertado que os Estados Unidos poderiam ficar isolados na região por reconhecerem a eleição que a maioria da América Latina considera ilegítima por ter sido convocada por um governo golpista.

"Nós realmente concordamos em alguns dos aspectos fundamentais do nosso relacionamento, e temos um ponto de vista similar sobre muitas questões no hemisfério", disse Valenzuela, quando perguntado sobre os diferenças com o Brasil sobre Honduras.

Zelaya foi expulso de Honduras por soldados armados em junho após tentar modificar a Constituição para buscar a reeleição, dando início à pior crise política na América Central desde a Guerra Fria.

Mais tarde ele voltou escondido a Honduras e está abrigado na embaixada brasileira na capital Tegucigalpa desde setembro, de onde faz campanha para retornar ao poder.

Tentativas de Zelaya de deixar o país após a eleição de novembro foram barradas pelo governo de facto. Na semana passada, ele disse teria recebido autorização para deixar o país desde que assinasse uma carta abrindo mão de voltar a ser o presidente. Seu mandato terminaria em 27 de janeiro.

Brasil e EUA decidiram realizar diálogos permanentes para ajudar a encerrar a crise de Honduras, segundo Garcia.

"As relações (Brasil-EUA) não estiveram más nunca. Elas estavam boas já no governo (George W.) Bush, sofreram um 'up-grade' com a eleição do presidente (Barack) Obama", disse.

"Teremos em determinados momentos apreciações distintas sobre questões. Isso é normal, é democrático nas relações entre países. Mas as relações entre EUA e Brasil são fundamentais e vamos cultivá-las da melhor forma possível", afirmou Garcia.

(Reportagem de Raymond Colitt)

Extraído de msn.com.br

domingo, 13 de dezembro de 2009

E começou o jogo de empurra na COP 15

O já esperado jogo de empurra na COP 15 começa a se manifestar durante a conferência. E o que antes se manifestava através dos países do chamado anexo dois se comprometerem a estabelecer metas, agora se manifesta em torno de porcentagens de redução de aumento, pois digamos que se um país resolve reduzir em 20% outro pode vir com a proposta de reduzir 15% e assim o primeiro país poderia pensar porque ele não se comprometeu a reduzir 15%. Assim esse jogo de empurra se configura um entrave para uma questão que necessita de uma solução urgente e eficaz para resolver um problema que cada vez mais se agrava.

Por Alister Doyle

COPENHAGUE (Reuters) - Ministros de Meio-Ambiente tentaram superar os atritos entre países ricos e em desenvolvimento em Copenhague neste domingo, dias antes do prazo final para um acordo visando lidar com as mudanças climáticas.

Yvo de Boer, chefe do Secretariado das Nações Unidas para Mudança Climática, destacando as divergências entre China e Estados Unidos, disse esperar que todos os países elevem suas propostas nas negociações.

"A China está pedindo aos Estados Unidos que façam mais. Os Estados Unidos estão pedindo à China que faça mais. Espero que nos próximos dias todo mundo possa fazer mais", disse.

Os ministros mantinham negociações informais durante a pausa na reunião entre 7 e 18 de dezembro, envolvendo 190 países, que vai culminar na cúpula de líderes mundiais na quinta e sexta-feiras, incluindo o presidente dos EUA, Barack Obama.

"Ainda há muitos desafios. Ainda há muitos problemas não resolvidos", disse a jornalistas a ministra dinamarquesa Connie Hedegaard. "Mas conforme os ministros começam a chegar, também há a disposição política."

As negociações unem representantes de países pobres e ricos que discutem quem é responsável pela redução das emissões, a profundidade delas e quem deve pagar por elas.

Países como China, Brasil e Índia dizem que os ricos devem fazer reduções mais fortes nas emissões e dar dinheiro aos pobres para bancar um fundo para crescimento sustentável.

"Um acordo certamente é possível. Se todos nós confiarmos uns nos outros e tivermos coragem e convicção, podemos chegar a um acordo justo e equilibrado em Copenhague", disse o ministro indiano do Meio-Ambiente, Jairam Ramesh, chegando às sessões de domingo.

Os países ricos dizem que as emissões de carbono estão crescendo com tanta rapidez que eles devem pedir restrições para evitar níveis perigosos de aquecimento.

A China diz que quer concluir um acordo antes de o premiê Wen Jiabao chegar à cúpula junto de outros líderes.

Exceto por 13 pessoas, a polícia libertou todos os quase mil detidos depois de uma manifestação no sábado, segundo um porta-voz da polícia.

(Texto de Emma Graham-Harrison, reportagem adicional de Anna Ringstrom, John Acher, Sunanda Creagh, Richard Cowan)


Extraído de msn.com.br

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Mar morto perto de seu fim

Trocadilhos a parte parece que o Mar morto está perto de seu fim, tudo por causa da evaporação da água - intensificado por causa do aquecimento global  - e da utilização intensa de seu único afluente, o Rio Jordão.


Só por curiosidade...

O Mar morto possui esse nome devido a sua alta salinidade que impede que peixes, por exemplo, possam habitar o mesmo. Esta mesma alta salinidade é que atrai turistas de todo o mundo em virtude deste fenômeno possibilitar que a flutuação dos corpos seja mais favorecida do que nos outros mares.

É um projeto ousado e ambicioso que pode mudar a face de uma região afetada há milênios pela escassez de água.


Com o aval dos governos de Israel, Jordânia e Cisjordânia, a ligação entre o Mar Vermelho e o Mar Morto já tem verba para os estudos do projeto-piloto, que devem durar dois anos. R$ 30 milhões, liberados pelo Banco Mundial.

Com esse dinheiro, será avaliado o que é mais viável: construir uma tubulação subterrânea, um canal ao nível do chão ou um túnel - canal suspenso.

Seja qual for a opção, o objetivo é um só: levar água do Mar Vermelho para o Mar Morto, que já perdeu um terço da superfície, por causa da grande taxa de evaporação e da utilização excessiva do Rio Jordão, seu único afluente.

Os especialistas dizem que nos últimos 80 anos o Mar Morto encolheu 30 metros. O pior é que as projeções para o futuro são pessimistas. Nos próximos 50 anos, essa taxa de encolhimento pode chegar a três metros por ano.

A tubulação teria oito metros de diâmetro e a água do Mar Vermelho levaria quatro dias para percorrer os quase 180 quilômetros de distância. Tudo por gravidade, aproveitando que o Mar Morto está pouco mais de 400 metros abaixo do nível do mar.

Enquanto isso, alheios à polêmica, os turistas desfrutam das badaladas propriedades curativas da lama e da água do Mar Morto sem saber se daqui a algumas dezenas de anos, as próximas gerações terão a mesma oportunidade.

Extraído do site do jornal do globo

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Mudanças climáticas se agravam desde 1980

Um fenômeno que provavelmente vem se intensificando desde a primeira Revolução Industrial mas que só vem sendo sentido com mais frequência a pouco tempo devido a sinais claros como aumento no nível dos oceanos, ondas de calor, furacões,  elevação da temperatura da Terra entre outros e assim ganhando destaque no cenário mundial, particularmente com mais força desde os anos 70, são as mudanças climáticas. Assunto do momento ainda em mais evidência agora com a COP 15 as mudanças climáticas devem e merecem ser analisada com extrema atenção para que soluções inteligentes sejam criadas para reverter esse quadro que há muito se constrói mas que só agora se torna flagrante.

COPENHAGUE (Reuters) - Os impactos da mudança climática pioraram em quase todos os anos desde 1980, de acordo com uma estudo divulgado nesta quarta-feira inspirado no índice de ações Dow Jones que representa o aquecimento global em números.

O novo índice da mudança climática é baseado nas temperaturas do mundo, na extensão do gelo no Ártico no verão, na concentração de dióxido de carbono na atmosfera e no nível dos mares, disse o Programa Internacional Geosfera-Biosfera (IGBP).

"O sistema climático está mudando na direção do aquecimento do planeta", disse Sybil Seitzinger, diretora-executiva do IGBP, em entrevista coletiva durante a conferência sobre mudanças climáticas da ONU em Copenhague.

Ela disse que a intenção é apresentar uma fotografia instantânea do aquecimento global para ajudar a população a compreender as questões climáticas.

Seitzinger disse que cientistas usaram quatro fatores de fácil compreensão, repassados por governos, e negou qualquer favorecimento a elementos que possam influenciar as descobertas. O índice tem início em 1980, quando começaram os registros dos satélites.

A ideia foi inspirada por índices de bolsas de valores, como o Dow Jones, disse ela.

De acordo com índice, a mudança climática piorou a cada ano desde 1980, exceto em 1982, 1992 e 1996, talvez devido à grande atividade vulcânica nesses anos que lançou poeira na atmosfera cobrindo o sol e diminuindo as temperaturas.

"A queda na curva em 1992 pode ter sido causada pela erupção do vulcão Pinatubo, nas Filipinas, em 1991", disse um comunicado. Outras erupções aconteceram no México em 1982 e em Monserrat em 1996.

No futuro, os cientistas podem expandir o índice para outros fatores, como desmatamento, acidez dos oceanos ou a frequência de eventos climáticos extremos, disse Seitzinger.

(Por Alister Doyle)

Extraído de msn.com.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Brasil pretende criar fundo e incentivos a redução na emissão de gasesestufa

Ao que tudo indica parece que Brasil está mesmo engajado em investir na redução de emissão de gases estufa. Mas, acho que dentre outros métodos criados para incentivar essa meta, como o IPI Verde, deve-se combater com forte intensidade o desmatamento e as queimadass ilegais realizadas principalmente na Amazônia.  Quem sabe com isso e com uma política séria e bem elaborada de incentivos a redução da emissão de gases estufa, o país consiga reduzir a porcetagem a que se propôs.



O Brasil deve gastar pelo menos R$ 10 bilhões por ano, nos próximos 10 anos, para cumprir a meta de redução de emissão de gases que provocam o efeito estufa levada à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, iniciada hoje em Copenhague, na Dinamarca. A estimativa é do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Na conferência, o Brasil vai propor reduzir de 36% a 39% a emissão desses gases até 2020. "Posso dizer que nós não teremos gastos inferiores a R$ 10 bilhões por ano, em uma década, o que significa R$ 100 bilhões", afirmou.

Segundo Minc, todas as esferas de governo (federal, estadual e municipal) arcarão com esses custos, assim como a iniciativa privada, que receberá incentivos para adoção de práticas sustentáveis. Entre as fontes de recursos que poderão ser utilizadas pelo governo federal para alcançar essa meta, Minc citou o Fundo para Mudanças Climáticas, que receberá royalties do petróleo, e doações, como o Fundo da Amazônia. "Só o Fundo de Mudanças Climáticas terá R$ 1 bilhão por ano e o Fundo da Amazônia recebeu US$ 1 bilhão da Noruega", lembrou.

Minc, que embarca para Copenhague no final desta semana, afirmou durante evento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), em São Paulo, que a conferência sobre o clima "não será um fracasso". "Copenhague seguramente vai sair com um acordo assinado, mas nesse acordo nem todas as questões serão resolvidas. Não temos ilusões a respeito", disse.

Na avaliação do ministro, o fato de o Brasil decidir apresentar uma proposta ousada no encontro teve papel decisivo na adoção de metas por outros países emergentes nas últimas semanas. "Outros países que estavam relutando, como a Indonésia, Coreia, China, Índia e, ontem, a África do Sul, apresentaram metas que são diferentes, têm critérios diferentes. Mas isso o que foi colocado em cima da mesa não vai ser tirado. Mesmo que não se chegue a um acordo sobre tudo, e não vai se chegar a um acordo sobre tudo em Copenhague, uma base sólida será feita. E aquilo que nesse último mês os países colocaram em cima da mesa já está. Nada vai ser tirado."

Incentivos

Para ajudar o País na redução da emissão de gases poluentes, Minc disse que o Ministério da Fazenda deve anunciar, em breve, novos incentivos tributários a quem privilegia o meio ambiente na produção, como aconteceu com o "IPI verde" para carros. Entre os produtos que devem ser desonerados, o ministro citou materiais reciclados, como vidros e plásticos, carros elétricos e equipamentos solar e eólico.

"O ministro (Guido) Mantega é completamente favorável a essa ideia. Aguardem para breve a desoneração de produtos reciclados, como plástico, vidro. A Fazenda já estuda como fazer isso", disse Minc. "A questão ambiental e climática vai avançar quando ela entrar dentro do mecanismo econômico e financeiro da economia real, e não apenas das nossas belas intenções e utopias", completou.



Extraído de msn.com.br


sábado, 5 de dezembro de 2009

Para Obama errar é humano, mas persistir no erro é perder votos

Ao que tudo indica parece que Obama ainda persiste no erro de manter essas tais guerras preventivas, maldita herança da era Bush, pelo menos quanto a guerra no Afeganistão. E, enquanto persiste nesse erro, vai perdendo cada vez mais votos para a próxima eleição...


Depois de muito vacilar, Obama atendeu o Pentágono. Enviará mais 30 mil soldados ao Afeganistão, elevando o contingente da Otan no país a 140 mil (mais que a URSS no auge do envolvimento) e os gastos com essa guerra de 72 bilhões de dólares para 100 bilhões em 2010. Também prometeu declarar vitória e iniciar a retirada até julho de 2011, mas isso soa como tentativa de ganhar tempo, conseguir apoio popular para projetos como a reforma da saúde e melhorar o desempenho dos democratas nas eleições legislativas de 2010.

Não convenceu os setores mais progressistas de sua base. Tom Hayden, referência de movimentos por direitos civis desde os anos 60, escreveu em The Nation: “É hora de tirar o adesivo Obama do meu carro”. Outro promotor dessa candidatura, o cineasta Michael Moore, virtualmente rompeu com o presidente em carta aberta e vídeo no seu site. Podem representar hoje uma parcela pequena da opinião pública, mas sua militância pode fazer muita falta a Obama e seu partido na próxima eleição.

Extraído de cartacapital.com.br

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Grupo Pão de Açúcar caminha para ser tornar gigante no comérciovarejista de duráveis

Caminhando para a liderança no ramo do comércio varejista de bens duráveis o Grupo Pão De Açúcar, depois de ter comprado o Ponto Frio, anuncia agora  a compra das Casas Bahia. Só espero que o CADE examine isso com calma e veja se isso não é passível de monopólio deste tipo de comércio...

Por Alberto Alerigi Jr. e Guillhermo Parra-Bernal

SÃO PAULO (Reuters) - O Grupo Pão de Açúcar fechou acordo para comprar o controle das Casas Bahia, em uma transação sem desembolso de dinheiro que reforça sua presença no varejo de bens duráveis em meio à aceleração do crescimento do Brasil.

Pelos termos do negócio, cuja divulgação foi antecipada para esta sexta-feira, os negócios das Casas Bahia serão integrados à Globex (Ponto Frio) --adquirida pelo Pão de Açúcar em junho-- e às lojas Extra-Eletro do conglomerado do empresário Abílio Diniz.

A empresa combinada nasce com pouco mais de 1 mil lojas, em 337 municípios de 18 Estados brasileiros, e vendas brutas de 18,5 bilhões de reais em 2008.

Após a conclusão da transação, que deverá ocorrer em até 120 dias, o Pão de Açúcar terá 50 por cento das ações ordinárias da Globex mais uma, enquanto os atuais donos das Casas Bahia deverão chegar a ter 49 por cento do capital votante.

A expectativa é que a associação gere sinergias de 2 bilhões de reais. Trata-se da segunda grande tacada do Pão de Açúcar neste ano para se expandir no segmento não-alimentício, depois da compra do Ponto Frio em junho por 1,2 bilhão de reais em dinheiro e ações.

"Foi uma oportunidade de sinergias e busca de eficiência. Nossa intenção é ocupar não só todos os Estados, como também todos os municípios", disse Diniz a analistas e jornalistas.

Mais cedo, o diretor-executivo das Casas Bahia, Michel Klein, participou da abertura da loja gigante de Natal das Casas Bahia no Anhembi, em São Paulo, em sua sétima edição.

"O que vocês acham das Casas Bahia com 1 mil lojas? Vocês estão preparados para tocar essas 1.000 lojas?", provocou o executivo a colaboradores da rede, sem ainda mencionar o Pão de Açúcar.

Michel --que é filho de Samuel, fundador das Casas Bahia-- será o presidente do Conselho de Administração da Globex.

As ações do Pão de Açúcar e da Globex reagiam em alta expressiva à aquisição das Casas Bahia.

Às 13h25, os papéis preferenciais do Pão de Açúcar exibiam valorização de 7 por cento, a 60,93 reais, enquanto as ações ordinárias da Globex disparavam 33,8 por cento, para 19,38 reais. O Ibovespa subia 1 por cento.

Na quinta-feira, as ações da Globex dispararam cerca de 35 por cento. Segundo Diniz, o anúncio da compra das Casas Bahia seria feito na semana que vem, mas foi antecipado devido a questionamentos da CVM sobre a oscilação das ações da Globex no último pregão.

CADE

A associação ainda precisará passar pelo crivo de autoridades que regulam a concorrência do país.

O presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Arthur Badin, disse que o órgão não foi informado antecipadamente sobre o negócio e que a operação só será analisada pela autarquia em meados de 2010, "na melhor das hipóteses".

Conforme Badin, o Cade poderá adotar medida cautelar para garantir a reversibilidade da operação até o julgamento pelo órgão.

Diniz, do Pão de Açúcar, disse não esperar restrições do Cade, pelo fato de o grupo não possuir participação expressiva no varejo de bens duráveis.

"Temos participação de menos de 20 por cento. Estamos falando de um mercado com 20 mil lojas e nós temos 1 mil", afirmou o chairman do Pão de Açúcar.

Porém, somando-se os supermercados e hipermercados do grupo, o Pão de Açúcar passará a contar com cerca de 1.600 lojas. O faturamento anualizado do Pão de Açúcar com Ponto Frio e Casas Bahia foi próximo de 40 bilhões de reais no ano passado.

(Reportagem adicional de Aluísio Alves e Cesar Bianconi)


Extraído de msn.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Expectativa de vida aumenta no país

A expectativa de vida da população brasileira ao nascer passou de 69,66 anos (69 anos, 7 meses e 29 dias) para 72,86 anos (72 anos, 10 meses e 10 dias) de 1998 a 2008. Desse modo, segundo mostra a pesquisa Tábuas de Mortalidade, divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), brasileiros nascidos em 2008 têm expectativa de viver, em média, 3 anos, 2 meses e 12 dias a mais do que os nascidos em 1998. No ano passado, a esperança de vida ao nascer da população masculina era de 69,11 anos. Da feminina, 76,71 anos.


A pesquisa mostra ainda que, entre 1970 e 2008, a mortalidade infantil caiu de 100 para 23,30 óbitos por mil nascidos vivos. "Mesmo considerando-se apenas o período entre 1998 e 2008, a queda da mortalidade infantil evitou mais de 200 mil óbitos", diz o documento de divulgação da pesquisa.


Apesar dos avanços, os técnicos do IBGE acrescentam que, "ainda assim, de 1998 a 2008, morreram, diariamente, 68 homens jovens de 15 a 24 anos por causas externas, totalizando cerca de 272,5 mil óbitos. Nesse período, entre os jovens de 20 a 24 anos, as causas externas vitimaram nove homens para cada mulher".


Desde 1999, o instituto divulga anualmente a Tábua Completa de Mortalidade da população do Brasil, apresentando a expectativa de vida para idades exatas até os 80 anos. O documento tem sido utilizado pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros do fator previdenciário das aposentadorias sob o Regime Geral de Previdência Social.


Extraído de msn.com.br