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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Do "Dividir para conquistar" ao "Destruir para modernizar"

Os anos passam, as tecnologias mudam e o ser humano "evolui" cada vez mais, enfim o tempo não para  e com ele o homem também não. Contudo parece que as mudanças e transformações que o homem vem realizando no meio em que vive e até mesmo na relação com outros seres humanos parece viver seus tempos de crise nos quais até a própria Terra dá sinais de que algo precisa ser feito e com extrema urgência.


Motivado cegamente por um capitalismo selvagem e exploratório, homens vem subjulgando seus semelhantes e até mesmo a própria natureza em busca do maldito lucro, do dinheiro a preço de sangue e destruição. Ganâncias que vem manchando não só a própria história do homem mas também provocam cicatrizes enormes em nosso planeta.


Basta olhar ao redor e na história do homem que se notam os fatos dessa destruição desenfreada e que só causou alarde na década de 70 e mesmo assim com a relutância inicial de muitos países em aceitar isso. O homem vem desenfreadamente explorando a terra e seus semelhantes e o que não faltam são exemplos disso como a "partilha da África" onde homens gananciosos trataram o continente como se fosse uma pizza e a dividiram ao seu gosto ignorando completamente as diferenças existentes entres os habitantes do mesmo. Explorando tantos seus moradores quanto suas terras de forma brutal, sanguinária e monstruosa, deixando lá um rastro de pobreza e miséria que assolam a região, aos quais agora estes exploradores fecham os olhos.


Com o passar dos anos o "dividir para conquistar" comandou a exploração dos homens que a faziam de foram desenfreada tratando a natureza como recurso infinito e seus semelhantes como se fossem máquinas cuja única utilidade é a mão de obra que possuem. Contudo, nota-se que ao longo dos anos parece que houveam mudanças e esta questão da exploração vem sendo combatida com certa intetnsidade...


Porém, apesar de todos os combates a este tipo ode atrocidade, o passar dos anos levou a ganância, a exploração e o sofrimento a se camuflar em uma nova bandeira, um novo lema que teve como herança esete maldito "dividir para conquistar", que é a "modernização".


Entenda-se aqui a modernização como uma panacéia utilizada pelo homem para continuar explorando e agredindo seus semelhantes e o planeta onde habita. Em nome dessa tal modernidade condomínios de luxos foram construídos, a construção de indústrias foram largamente impulsionada assim como a fabricação de carros, etc...


Contudo, meios de comunicação anunciam quase que constantemente que há condomínios que possuem ligações clandestinas de esgoto - algo que acontece muito aqui no Estado do RJ, principalmente no que tange a despejos in natura de esgotos na Baía de Guanabara, Lagoa Rodrigo de Freitas e de Jacarepagua assim como tantas outras - o que se extende também as indútrias e seus dejetos. Sem falar nos carros que ocupam um espaço enorme, passam 85% de sua vida útil inutilizados, além de poluírem em grande quantidades e terem vida útil curta.


Perceba, caro leitor, que a minha intenção aqui não é criticar a modernização em sim, acho que a mesma realmente trouxe verdadeiros avanços a humanidade, mas temos que perceber que em essencia alguns aspectos dela foram simplesmente ignorados e hoje em dia, em decorrência disto, noticias como aquecimento global, poluição e degradação acelerada do meio ambiente como outros, são amplamente discutidos pelo mundo inteiro. Mas a essência do problema em si parece ser deixada de lado, que é esse desejo consumista cada vez mais irraizado nas pessoas que o fazem desesperadamente na pura e simples intenção de "acompanhar a evolução das coisas" assim, trocam de carro diversas vezes e consomem diversas coisas que talvez nem tenham de fato utilidade para sua existência pela simples razão de consumir para estar "na moda".


Mudam-se as bandeiras mas em essência é a mesma coisa de sempre, lucro a qualquer custo ! mesmo que este custo seja os recursos oferecidos pela Terra, mesmo que este custo seja o sangue das pessoas, mesmo que este custo seja em caso mais extremo uma possível extinção da vida no planeta e até mesmo do próprio planeta...




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