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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A polêmica dos transgênicos

Desde que os alimentos transgênicos, ou seja, os alimentos modificados geneticamente (seja para fins como se adaptar a climas diferentes do habitual, seja para resistir às pragas, seja para terem uma produtividade maior) começaram a ganhar vulto no cenário internacional que a polêmica a cerca do mesmo continua: seriam esses alimentos bons ou prejudiciais a saúde ?

Há estudos que publicam que sim, há outros que publicam que não (isso depende muito de quem financia a pesquisa). Mas o fato é que acerca deste tema muita coisa ainda está obscura e que talvez nem os próprios cientistas saibam.

Essa polêmica já causou medidas como a proibição por parte de alguns países de comercializar este tipo de alimento em seu território, o que na prática não adianta muita coisa, pois corremos o risco de consumir alimentos geneticamente modificados sem saber. 

Mesmo que hoje em dia existam empresas com especialização nisso (hoje em dia se ganha dinheiro com tudo, incrível!) não há como exercer um controle 100% eficaz pois nada impede que agentes polinizadores, como abelhas e pássaros, possam espalhar as sementes desses alimentos sobre outras propriedades.

Apesar de muitos defenderem o uso destes alimentos, seja pelo ganho com o mesmo preparado para render mais a cada safra, seja pelos mesmos serem resistentes a diversos tipo de praga; do outro lado há relatos que afirmam que tais alimentos podem causar desde doenças graves como câncer, passando por esterilizações de pessoas, chegando até a perda do sabor dos alimentos. 

Fato é que não há uma posição de consenso definida sobre os transgênicos e que os riscos e/ou benefícios que tais alimentos podem trazer, só serão ratificados ou desmistificados ao longo do tempo.


Não é novidade que a produção de alimentos orgânicos é mais benéfica para o meio ambiente e para a saúde das pessoas.  Qualquer pessoa que tenha consumido uma fruta cultivada sem agrotóxicos sabe que seu sabor é superior.
Uma reportagem recente do jornal Clarín relata a perda do sabor original de alimentos como o tomate e a carne, devido à transformação do modo de produção.
Na reportagem, especialistas do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária da Argentina explicam as causas da alteração de sabor. No caso dos tomates, as espécies nativas foram substituídas por variedades transgênicas com um aspecto mais vistoso, mais resistência (não amolecem rápido) e maior rendimento (um pé de tomate híbrido rende 20 quilos contra seis da espécie nativa).
O problema é que seu sabor é diferente do tradicional, entre ácido e doce, e existem dúvidas sobre a equivalência de seu valor nutritivo.
Quanto à carne bovina, os especialistas explicam que os bois criados em confinamento consomem mais cereais oleaginosos, o que faz com que sua carne comece a ficar parecida com a de porco. Já a carne dos bois criados em pastagens contém Ômega 3, elemento encontrado no capim.
Segundo o INTA, a carne de frango tem menos gordura, mas como as aves confinadas andam muito pouco, têm menos tonicidade nos músculos e retém mais água, que se perde no momento do cozimento. Tudo isso contribui para alterar o sabor.


Extraído de TreeHuggerBrasil

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