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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A qualquer preço

A bancada ruralista quer votar o código florestal o quanto antes e, para isso, já estão se mobilizando para que a aprovação aconteça. Mesmo que o projeto tenha uns trocentos impedimentos a intenção da bancada é votar e aprovar o código a qualquer preço. Agora, porque será que ele tem tantos impedimentos assim ? Será porque o novo código florestal é um insulto a preservação do meio ambiente, cujas alterações permitem degradar (mais ainda) o meio ambiente e explorar mais gananciosamente os recursos naturais que ainda temos ? (pode apostar que sim) Será que é por que quem sai beneficiado com isso são os grandes proprietários de terra ? (que adivinha quem são e onde estão ?) 
O mais engraçado disso (ironicamente falando é bom que se diga) é que esse assunto não está sendo noticiado nos meios de comunicação em massa... Por que será ?

Lideranças da Frente Parlamentar da Agricultura se reúnem hoje num restaurante, em Brasília, para retomar as discussões em torno do novo Código Florestal. O objetivo do encontro é traçar estratégias para construir um entendimento com o presidente da Câmara e vice-presidente eleito, Michel Temer (PMDB), e os líderes partidários a fim de incluir o projeto na pauta do plenário ainda em novembro.
Será a primeira reunião de lideranças da bancada ruralista após a eleição. A maioria da bancada ruralista conseguiu se reeleger, incluindo o presidente da Frente Parlamentar, Moreira Mendes (PPS-RO), e os deputados Luiz Carlos Heinze (PP-RS), Moacir Micheletto (PMDB-PR), e Abelardo Lupion (DEM-PR). Em junho, antes do recesso branco que paralisou a Casa, eles acordaram com os demais líderes partidários que o polêmico parecer do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) seria votado após a eleição.
O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura para a Região Sul, Luiz Carlos Heinze, afirmou que a situação de instabilidade no campo tornou-se insustentável e poderá prejudicar a agricultura. Ele lembra que os produtores rurais estão na ilegalidade por causa da MP 2166/01, que instituiu as áreas de reserva legal no Sul e no Sudeste e ampliou essas áreas nas demais regiões.
Além da falta de consenso em torno da matéria, outro obstáculo à votação do Código Florestal ainda neste mês são as 11 Medidas Provisórias que trancam a pauta, impedindo a apreciação dos projetos de lei ordinária. Mas Heinze disse que tentará costurar um acordo para que o Código Florestal seja incluído na primeira brecha da pauta.

Extraído de msn.com.br

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