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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

12 anos de Chávez

Semana passada o presidente venezuelano Hugo Chávez completou 12 anos no poder na Venezuela. 
Chávez se manteve no poder após várias crises, atualmente enfrenta mais uma, conseguindo até mesmo retornar ao poder após sofrer um golpe militar. 
Entre altos e baixos o presidente conduz a Venezuela há 12 anos, mas pela crise que anda por lá parece que seus dias de presidente eterno na Venezuela estão perto de seu fim. Com a moeda desvalorizada, população insegura e com as chuvas que assolaram o seu país, o presidente parece ter perdido muito de seu apoio e sua enésima reeleição parece muito distante. 
É esperar pra ver, pois pelo jeito que as coisas andam por lá parece que podemos ter uma reedição do que está acontecendo no Egito caso Chávez seja novamente eleito, ou não...

Brasília - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de 56 anos, comemora hoje (2) 12 anos no poder e prepara-se para mais um mandato - de seis anos. Em comemoração, Chávez convocou 'revolucionários' de 70 países para que participem de uma jornada de solidariedade internacional em favor da Revolução Bolivariana e do projeto de instaurar na Venezuela um regime de 'socialismo do século 21'.
O deputado Rodrigo Cabezas, do Partido Socialista Unido da Venezuela (Psuv) - o de Chávez - disse que intelectuais, poetas, cientistas, militares revolucionários participarão das celebrações em 70 países. A partir deste ano, Chávez enfrenta uma oposição coesa na Venezuela.
Em 2 de fevereiro de 1999, Chávez assumiu o poder em meio a uma crise envolvendo dois dos principais partidos políticos - Ação Democrática e Copei - e depois de a Assembleia Nacional aprovar uma nova Constituição, posteriormente revista pelo presidente. Na revisão, Chávez aprovou alterações autorizando a reeleição.
Em abril de abril de 2002, o presidente foi retirado do poder por um grupo de militares e civis, mas conseguiu retornar ao cargo. No fim deste ano, ele enfrentou uma greve geral que paralisou o país durante dois meses. Em 2006, foi reeleito para um mandato de seis anos.
Com reformas contestadas pela oposição, teve de lidar nos últimos meses com o descontentamento popular pela falta de segurança no país, com uma crise econômica que levou à desvalorização da moeda nacional e com um déficit de habitação que se agravou pelas chuvas torrenciais que afetaram mais de 100 mil pessoas no fim de 2010.

Extraído de msn.com.br

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