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terça-feira, 16 de março de 2010

Unidades Pacificadoras

Como um dos projetos do novo governo do Estado do Rio de Janeiro, as unidades pacificadoras vêm com a idéia de exterminar o tráfico nas favelas do Rio de Janeiro.

O projeto é de excelente tom se for cumprido a risca e pode sim ser o início pela paz a qual os cariocas lutam a tempos, mas não a conseguem em virtude da expansão do tráfico em suas mais variadas formas, como a milícia por exemplo.

Mas o que mais chama a atenção é a área de atuação desse programa. O mesmo atua somente na zona sul, que surpresa não ?, e agora depois de quase 2 anos de implementação do projeto é que se chega a zona norte. Mesmo assim como os cariocas sabem chegou a Tijuca que por muitos é conhecida como a rabeta da zona norte, pois sua ligação com esta parte da cidade limita-se apenas a limitação traçada pelo governo.

Pois bem, agora que este programa começa a avançar sobre a zona norte, veremos quanto tempo ele levará para chegar as áreas onde realmente há a necessidade dessas unidades. Onde tiroteios são realmente frequentes e moradores das proximidades vivem com medo. Porque até agora o que seu viu foi segurança pra turista ver, aliás como sempre foi e sempre vai ser...

Nos próximos 15 dias, os morros da Tijuca, na zona norte do Rio de Janeiro, receberão as primeiras incursões do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) com o objetivo de expulsar os traficantes para a instalação da primeira Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na região.

A ideia da cúpula da Secretaria de Segurança Pública é ocupar um morro por mês no bairro e adjacências até o fim do ano. Esta será a primeira experiência de uma UPP na zona norte. Todas as favelas da orla de Copacabana e Ipanema, região turística da zona sul carioca, já estão ocupadas.

Na Tijuca, poucos moradores falam sobre o assunto. "Acho que vai melhorar a nossa segurança. Trabalho aqui há dez anos e isso vai ser bom para o comércio. Nunca fui assaltado, mas os clientes não sentem segurança para vir aqui", disse um comerciante que trabalha em um dos acessos do Morro do Borel, um dos mais cotados para ter a UPP.

A violência nos acessos à favela deixou marcas. O hipermercado Carrefour fechou as portas e um colégio estaria de mudança para a Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Extraído de msn.com.br

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