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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Claro que iria acabar nisso

A ONU tornou público esta semana um texto dizendo que condena o ataque a corveta sul-coreana e, não de forma direta, responsabilizou a Coréia do Norte pelo ataque.

Era lógico que a ONU iria fazer parte da turma do "deixa disso" nessa questão, leia-se os padrinhos dos dois países envolvidos na questão que já fora explicado em posts anteriores, para tentar silenciar os dois países.

A guerra, nesse caso, é improvável assim como a paz é impossível.


NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou nesta sexta-feira o que chamou de ataque que levou ao afundamento de uma embarcação sul-coreana em março, mas em uma concessão à China não responsabilizou explicitamente a Coreia do Norte.

Em declaração aprovada por todos os seus 15 membros, o Conselho manifestou "profunda preocupação" com os achados de um painel investigativo, liderado pela Coreia do Sul, de que a Coreia do Norte afundou a corveta naval Cheonan, mas ressaltou que Pyongyang negou responsabilidade no caso.

O embaixador da Coreia do Norte na ONU, que advertira que qualquer ação do Conselho sobre o incidente provocaria uma resposta militar de Pyongyang, descreveu o comunicado como uma "grande vitória diplomática" para seu país.

O diplomata Sin Son-ho também afirmou em uma breve declaração a jornalistas que Pyongyang espera "continuar com o processo de desnuclearização na península coreana por meio das conversações a seis", com Coreia do Norte, Estados Unidos, China, Rússia, Coreia do Sul e Japão.

Não estava claro se Pyongyang agora gostaria de voltar às negociações, declaradas encerradas pelo país no fim de 2007.

A declaração do Conselho foi praticamente idêntica ao esboço aprovado pelos cinco membros permanentes, incluindo a China, e ainda pelo Japão e pela Coreia do Norte. O esboço foi passado pelos Estados Unidos a todos os membros na quinta-feira.

A Coreia do Sul atribui o afundamento ocorrido em 26 de março, no qual 46 marinheiros sul-coreanos morreram, a um ataque de torpedo da Coreia do Norte. O país levou a questão ao Conselho de Segurança em 4 de junho, solicitando medidas para deter "novas provocações da Coreia do Norte."

A redação da declaração do Conselho levou semanas, e o processo foi atrasado pela China. Acredita-se que a China esteja preocupada com a perda de influência sobre Pyongyang no momento em que o líder norte-coreano, Kim Jong-il, prepara o caminho para sua sucessão.

O Conselho de Segurança afirmou que o ataque --termo que descarta a possibilidade de acidente no afundamento da Cheonan-- "coloca em risco a paz e a segurança na região e além."

"O Conselho de Segurança condena o ataque que levou ao afundamento da Cheonan", lê-se na declaração.

O documento elogia Seul pela reação comedida ao naufrágio, salientando "a importância de se evitar novos ataques do tipo ou hostilidades contra (a Coreia do Sul)" e pediu pela manutenção da paz e da segurança na península coreana.


Extraído de msn.com.br

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