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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Pela paz e pelos negócios

O presidente venezuelano propôs uma "trégua" ao novo presidente da Colômbia sob a condição do mesmo não acusar a Venezuela de abrigar terroristas das FARC, acenando assim com a possibilidade de ambos os países reatarem suas relações.


Se pararmos pra pensar é uma atitude louvável quando olhamos e vemos que ambos são de posições completamente diferentes, sendo um da esquerda e um da direita. Contudo, também devemos ver que há nesse meio uma relação bilateral de 7 bilhões de dólares e hoje em dia nenhum país pode desperdiçar uma quantia dessas...


CARACAS (Reuters) - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, pediu neste domingo que os rebeldes da vizinha Colômbia deponham as armas e advertiu o novo governo do presidente Juan Manuel Santos que evite acusações de que a Venezuela ajuda a guerrilha esquerdista.


Embora ideologicamente opostos, o socialista Chávez e o aliado dos Estados Unidos Santos querem um novo começo nas relações em prol da paz na volátil região andina e o restabelecimento do comércio bilateral anual de 7 bilhões de dólares.


Chávez quer se reunir diretamente com Santos, que tomou posse no sábado, mas advertiu que a repetição das alegações de seu antecessor, o presidente Alvaro Uribe, de que Caracas abrigava "terroristas" colombianos arruinará os esforços de reconciliação.


"Que fique claro: se a Venezuela for respeitada, podemos fazer progressos. Se a Venezuela continuar sendo desrespeitada, nada de novo e agradável será possível", disse Chávez.


A Venezuela rompeu relações com a Colômbia no mês passado.


"Os guerrilheiros devem se mostrar favoráveis à paz. Que libertem todos os reféns", acrescentou, repetindo os pedidos do governo da Colômbia para que os rebeldes negociem um fim para o conflito que desestabilizou a região.


"Eles não têm futuro usando de armas", disse Chávez.


Extraído de msn.com.br

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