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terça-feira, 15 de junho de 2010

Efeito Dominó

Depois que foi decidido na ONU, leia-se por vontade e pressão norte-americana, uma nova rodada de sanções contra o Irã os países começam a levar essa idéia a prática.

A UE, União Européia, votou nesta semana uma rodada de sanções contra o setor de petróleo e gás do Irã, o mais forte do país. O problema é que essas sanções podem ser um tiro no pé de alguns países da União Européia, pois os mesmos mantém investimentos no Irã que podem ser prejudicados com a aprovação dessas sanções.

LUXEMBURGO (Reuters) - Líderes da União Europeia seguirão com planos para aprovar sanções mais duras contra o Irã na quinta-feira, incluindo medidas para limitar o investimento nos setores de petróleo e gás e a capacidade de refino de Teerã.

Ministros de Relações Exteriores da UE, responsáveis por acertar uma posição comum antes de um encontro do bloco em Bruxelas, na quinta-feira, assinaram um comunicado nesta segunda que vai substancialmente além das sanções extras aprovadas pela Organização das Nações Unidas contra o Irã, na semana passada, aponta um esboço.

Os diplomatas disseram que as sanções da UE, que poderão ser impostas a partir do próximo mês, devem focar o comércio, instituições financeiras e de seguros e o setor de transportes iraniano naval e aéreo.

Mas as medidas também terão como alvo "setores-chave da indústria de gás e petróleo com a proibição de novos investimentos, assistência técnica e transferência de tecnologias, equipamento e serviços, em particular relacionados ao refino, liquefação e gás natural liquefeito", apontam documentos obtidos pela Reuters.

As medidas, que vão além do esperado por alguns diplomatas, devem exercer uma forte pressão financeira sobre o Irã, o quinto maior exportador de petróleo do mundo.

Suécia, Chipre e Espanha devem ser contrários à novas medidas da UE que vão além das sanções aprovadas pela ONU. A Alemanha disse ter preocupações sobre restrições ao setor de gás e petróleo do Irã, onde tem grandes investimentos.

A decisão da UE tem como intuito colocar pressão ainda maior sobre o Irã para que retorne às negociações sobre seu programa nuclear, acusado pelos Estados Unidos e outras potências ocidentais de ser um disfarce para a produção de armas nucleares. O Irã nega, e diz que seus planos são pacíficos.




Extraído de msn.com.br

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