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sábado, 18 de setembro de 2010

Ainda há o que melhorar

Segundo dados do IBGE, o número de jovens na faculdade mais do que dobrou. Apesar do número animador, ainda há muito o que melhorar pois muitos jovens ainda são excluídos da faculdade; isso sem contar o problema crônico que temos do pavor que é a educação pública de base em nosso país.
Muito se fala em investir em escolas técnicas e/ ou investir na ampliação das faculdades públicas, mas de que adianta fazer isso senão investir em uma base forte que permita aos jovens a real possibilidade de ingressar no ensino técnico ou na faculdade ?
Investir em faculdades e ensino técnico é necessário sim. Mas o que não pode acontecer é investir somente nesses setores, pois assim estaremos seguindo a escrita histórica em nosso país de que as transformações só começam de cima para baixo; neste caso deve-se investir em todos os setores de ensino, mas com especial atenção ao ensino de base.


Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, revelam que em 2009 a população jovem de 18 a 24 anos de idade com 11 anos de estudo (ensino médio completo) representava 37,9% do total nesta faixa etária. Os números apontam que as desigualdades regionais também eram marcantes. No Sudeste, a proporção era de 44,0% contra 31,8% no Nordeste.
Ainda entre os jovens desta faixa, 15,1% tinham 11 anos ou mais de estudo, e, entre estes, 10,7% continuavam estudando. A distribuição dos estudantes de 18 a 24 anos entre os níveis educacionais revela avanços. Em 1999, 24,8% deles ainda estavam no ensino fundamental, contra 22,1% no ensino superior. Dez anos depois esses percentuais foram para 8,3% e 48,1%, respectivamente.

Extraído de msn.com.br 

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