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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Analfabetismo no país

Nosso país ainda apresenta cerca de 14,1 milhões de analfabetos segundo o IBGE. A maior parte deles concentrada na Região Nordeste. Também é grande o número de analfabetos funcionais (segundo o IBGE essa categoria atende aqueles que tiveram menos de 4 anos de estudos. Para mim, analfabeto funcional é aquele que não entende o que lê, mesmo sabendo ler e escrever, além de não conseguir efetuar as 4 operações simples da matemática) no país. Infelizmente, a maioria dos analfabetos ainda se encontra em idade jovem; o que mostra que, ainda, muitos meninos e meninas têm largado a escola muito cedo para ajudar seus pais a complementar a renda familiar e depois não conseguem mais retornar a escola. Tais dados mostram também que o governo ainda precisa investir muito na educação, não só na educação para alfabetização mas em todas as instâncias, com enfoque muito maior para o ensino básico e fundamental, pois se não se possui uma base boa e de qualidade de nada adianta investir em escolas técnicas e universidades.


Os analfabetos do País estão concentrados entre homens; maiores de 25 anos; e localizados na região Nordeste. As conclusões constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 8.
Segundo o instituto, a taxa de analfabetismo do País em pessoas com 15 anos ou mais de idade caiu de 10,0% para 9,7% entre 2008 e 2009, a quinta queda consecutiva. Porém, mesmo com a queda, este porcentual ainda representa um volume grande em números absolutos, somando 14,1 milhões de pessoas analfabetas no Brasil em 2009.
O IBGE também apurou uma discrepância entre analfabetos homens e mulheres: em 2009, a taxa de analfabetismo entre homens de 15 anos ou mais de idade foi de 9,8% e a das mulheres para a mesma faixa etária foi menor, de 9,6%. Ainda segundo o IBGE, 92,6% dos analfabetos em 2009 tinham 25 anos ou mais de idade.
Entre as regiões, o Nordeste é o destaque negativo, com taxa de analfabetismo em 18,7% em 2009, a maior do País. A segunda posição entre as regiões com maior proporção de analfabetos ficou com a Norte, com taxa de 10,6%, seguido por Centro-Oeste (8,0%); Sudeste (5,7%); e Sul (5,5%).
O instituto também apurou que a taxa de analfabetismo funcional, que é a proporção de pessoas com 15 anos ou mais de idade com menos de quatro anos de estudos completos em relação ao total de pessoas com 15 anos ou mais de idade, foi duas vezes superior à taxa de analfabetismo, com resultado de 20,3% em 2009. Mas esta taxa foi menor do que a apurada em 2008, para analfabetismo funcional (de 21%).

Extraído de msn.com.br

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